Programa de Setembro na Academia Problemática e Obscura

Dia 1, segunda-feira, às 22:00 horas – Ciclo ilustrado sobre a problemática do teatro nos Séculos XVI – XVIII – No âmbito do Festival de Teatro de Setúbal, em associação com o Teatro Estúdio Fonte Nova.

Discussão em torno das problemáticas teatrais: o actor no teatro inglês na Londres do Século XVII.


Dia 2, terça-feira, às 22:00 horas – Ciclo ilustrado sobre a problemática do teatro nos Séculos XVI – XVIII – No âmbito do Festival de Teatro de Setúbal, em associação com o Teatro Estúdio Fonte Nova.

Discussão em torno das problemáticas teatrais: o autor no teatro Europa Continental no Século XVII.


Dia 11, quinta-feira, às 20:00 horas – Jantar Cultural do Ciclo Padre António Vieira e o futuro da Lusofonia, com António Marques Bessa (A CONFIRMAR).

Último jantar do Ciclo da Lusofonia. É com enorme prazer que contaremos com António Marques Bessa, nascido em 1949. É Professor Catedrático do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas – Universidade Técnica de Lisboa com agregação e foi conferencista habitual do ex-ISNG nas matérias de Geopolítica e Estratégia. Dos seus trabalhos destacam-se "Ensaio sobre o Fim da nossa Idade" (Templo), "Introdução à Etologia" (Templo), "Quem Governa?" (ISCSP), "O Trabalho das Ideias" (ISCSP), "Arte de Governar" (ISCSP), "O Olhar de Leviathan" (ISCSP), "Utopia – Uma engenharia dos sonhos" (Europa-América), "Introdução à Política" (Verbo) com Jaime Nogueira Pinto e "Dicionario Politico para Occidente" (Vassallo de Mumbert) com J. Vargas. Atenda-se ao seguinte extracto de uma sua recente entrevista:

Que impacto para Portugal se o Tratado de Lisboa entrar em vigor?
A classe política portuguesa tem conduzido este processo sozinha, no isolamento e no secretismo. Parece que têm medo do povo. E com razão. O povo, em Portugal, costuma corrigir os desvarios da sua classe dirigente. O melhor é fazer tábua rasa do povo e depois elogiar muito as decisões populares, ou seja, dos representantes de ninguém. Os impactos só se podem ver no futuro mas para um país de dez milhões de pessoas, sem recursos, descapitalizado, sem alimentos, que poderemos esperar? O governo do estrangeiro. Os britânicos vivem o seu complexo de ilha coroada, de ilha imperial, não estão dispostos a agachar-se.

Faz então sentido a denúncia de Nigel Farage sobre o totalitarismo "à soviética" da União Europeia?

Eu denunciei já há muito tempo a formação de uma classe política de eurocratas. É o começo da consolidação de uma nomenclatura de funcionários bem pagos que nada querem saber dos cidadãos. A cidadania diminuirá e os privilégios da nomenclatura aumentarão. O esquema europeu baseado em altos e médios funcionários não vai a lado nenhum. A não ser ao marasmo, para onde já se inclina. Não basta ser entusiasticamente europeu. É preciso saber onde termina a Europa e quem é que lhe vai dar estrutura, ou seja, coluna vertebral. Porque ainda lhe falta muito para a ter. Os povos continuam a responder pelas suas identidades de modo que não há nacionalismo europeu, a não o ser o sentimento europeu muito presente no pessoal político, a quem o assunto interessa.


Dia 17, quarta-feira, às 21:30 horas – Ciclo "Egipto Eterno", com O Imortal, de Enki Bilal, 2004, com a duração de 99 minutos, seguido de palestra de António Almeida sobre "A influência do Antigo Egipto na cultura contemporânea através do mito de Horus".

Sinopse: Nova Iorque, 2095. Dentro de uma estranha pirâmide flutuante, os deuses do antigo Egipto julgam Horus, um deus com corpo de homem e cabeça de falcão. Em baixo na cidade, existe uma misteriosa mulher de cabelo azul que derrama lágrimas azuis. Seu nome é Jill Bioskop. Ela não sabe mas o Deus Horus cruzou todo o universo para a conhecer, Horus foi condenado a morte pelos seus pares. Ele tem sete dias de vida, sete dias para encontrar Jill no meio da confusão da cidade, seduzi-la e possuir o seu corpo, pois ela tem a capacidade genética de engravidar de um Deus, o que concederia a imortalidade a Horus. Para o conseguir Horus vai possuir o corpo de Nikopol, um prisioneiro politico que foi congelado à trinta anos atrás por saber de mais, e acabou de fugir. Horus, Nikopol e Jill... Uma misteriosa e sobrenatural relação onde tudo de distorce: corpo, voz e memória.


Dia 17, quinta-feira, às 21:30 horas – Ciclo "Egipto Eterno", com Treasures Seekers: Mysteries of Nile, de Rick King, 1999, com a duração de 53 minutos, seguido de palestra de António Almeida sobre "As maldições das múmias na cultura contemporânea".

Sinopse: Os monumentos do Antigo Egipto dominam a sua paisagem deserta. Eles recordam o fabuloso mundo de poder e riqueza que floresceu milhares de anos antes do nascimento de Cristo. Dois obcecados caçadores de tesouros dedicaram as suas vidas a descobrir os segredos enterrados nas profundezas da areia. Um deles era um homem-músculo de circo, atraído pela mística do Egipto e que desenvolveu uma enorme paixão pela descoberta dos seus segredos. O outro era um conhecido arqueólogo inglês, Howard Carter, que estava convencido que o túmulo do Rei Tutankamon jazia no Vale dos Reis. Ele e a sua equipa trabalharam sem cessar durante sete anos para o localizar e em 1922 trouxeram para a superfície o esquivo túmulo.

Dia 19, sexta-feira, às 21:30 horas – Jantar cultural do Ciclo "Egipto Eterno", com palestra de Aline Hall sobre "A influência do Antigo Egipto n'A Flauta Mágica de Mozart".

Licenciada em História pela FLUL. Mestra em História e Cultura Pré-Clássica pela mesma universidade com a tese "As influências egipcizantes da Flauta Mágica de Mozart. Colaborou no Dicionário do Antigo Egipto, sob direcção de Luís Manuel Araújo (2001). Em 2004 participou nos estudos de homenagem a José Nunes Carreira – Percursos do Oriente Antigo, organizados pelo Instituto Oriental da FLUL. Participou na Comissão Executiva do II Congresso de jovens Egiptólogos, em 2006, no Museu da Farmácia. Encontra-se, actualmente, a preparar a sua dissertação de doutoramento.


Dia 25, quinta-feira, às 21:30 horas – Debate sobre a cultura em Setúbal, entre Tiago Apolinário Baltazar e Carlos Tavares da Silva.

Um artigo intitulado "O deserto cultural", da autoria de Tiago Baltazar, iniciou uma recente polémica na cidade de Setúbal. O autor, estudante de Filosofia, defendeu que a produção e promoção cultural existente era de qualidade menor, motivada apenas por objectivos eleitoralistas, estilo "pop chunga". A resposta não tardou, através de um texto escrito por Paulo Anjos, categorizando Baltazar como um ignorante, pois afirma-o desconhecedor do que se fez e faz, para além de demagogo, pois advinha-lhe objectivos político-partidários obscuros. Seja como for, deu-se início a uma discussão importante sobre a política cultural existente em Setúbal e que política cultural deve vir a existir. Neste debate cruzar-se-ão estas duas leituras, uma de Tiago Baltazar e a outra de Carlos Tavares da Silva, personalidade essencial da Cultura sadina e fundador do MAEDS.


Dia 26, sexta-feira, às 20:00 horas – Jantar Cultural sobre Poesia, com Odete Santos.

Jantar dedicado à poesia. Maria Odete dos Santos nasceu na Guarda a 26 de Abril de 1941, sendo advogada e política portuguesa. É licenciada em Direito pela Universidade de Lisboa. Foi deputada na II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX e X legislaturas pelo Partido Comunista Português. Presidente da Assembleia Municial de Setúbal entre 2001 e 2009. Comendadora da Grande Ordem Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, membra Movimento Democrático das Mulheres, trabalhou em teatro, tendo representado variados autores como Gil Vicente, Edward Albee ou Moliére, entre outros. A sua produção literária é bastante conhecida e versátil, desde a poesia, com, por exemplo, A argamassa dos poemas, passando pela dramaturgia com, por exemplo, Em Maio há cerejas, para além de textos de apoio ao estudo do português.

"A poesia tem sido usada ao longo dos tempos como uma das mais belas e fortes armas de intervenção e apresentação de uma realidade, por vezes aparentemente "inexprimível". Este livro é uma homenagem a todos aqueles que, ao longo dos tempos, criaram e empunharam essas armas e que, de uma forma ímpar, nos deixaram este legado". Sobre A argamassa dos poemas


Cursos:

Os muçulmanos na Península Ibérica e na região de Setúbal, por António Rafael Carvalho (Gabinete de arqueologia da C. M. Alcácer do Sal) – às Sextas, em horário a combinar conforme a disponibilidade.


O Antigo Egipto, das imagens multifacetadas, por António Almeida (historiador) – aos fins de tarde, a combinar conforme a disponibilidade.


Introdução à Fotografia, por João Paulo Marques (fotógrafo, ex-professor do IADE e antigo responsável pelo arquivo fotográfico da AMI) – aos Sábados, em horário a combinar conforme a disponibilidade.


Cursos – 50 € por módulo - correspondendo a mês, mês e meio de aulas (40€ Folia Divina)


Jantares – 10 € (8€ Folia Divina).


Aceitam-se inscrições

Projecto "Resarte" Rede de expositores de Setúbal

Manifesto
O Distrito de Setúbal apresenta um expressivo número de alunos, superior à média nacional, que ingressam na área de Artes. Várias serão as explicações sociológicas que podemos encontrar, como a violência social latente, as desigualdades sociais marcantes, o que leva à necessidade de expressão e testemunho, ou ao simples facto de, através da arte, existir um estatuto socialmente apetecível.
Independentemente das causas essenciais que possam explicar o referido fenómeno, interessa-nos, antes, verificar que os cursos superiores destinados às artes são quase inexistentes na Margem Sul, o que obriga os alunos do ensino secundário a desistir desta área ou a terem de se deslocar para Lisboa, Caldas da Rainha e/ou Porto, de modo a poderem evoluir. Se no primeiro caso a perda é evidente, no segundo ela também existe, uma vez que as dinâmicas e mercado de arte nos locais para onde os estudantes migram, são muitíssimo mais atractivas. Deste modo, independentemente do orgulho regionalista que possam suscitar alguns casos de sucesso, não se pode esconder o simples facto de se estar a desperdiçar todo o investimento local em formação, que é sempre capitalizado por outras regiões. Setúbal, como capital de Distrito, deverá desenvolver, com os meios disponíveis, uma política de desenvolvimento do mercado das artes como forma de dinamização cultural e criação de uma vivência urbana tendencialmente cosmopolita.
A Rede de Expositores de Setúbal – RESARTE é constituída por instituições públicas e privadas que ensinam, expõem com carácter regular e promovem artes plásticas e outras, no Concelho de Setúbal. A sua cooperação em rede visa uma maior eficácia na produção, promoção e divulgação das mesmas.
A RESARTE funciona em regime totalmente voluntário, uma parceria informal, com vista ao mútuo benefício das partes e da persecução dos objectivos anteriormente descritos. O 1.º Concurso de Arte, promovido pela RESARTE, visa constituir-se como primeiro passo numa estratégia global de reinvenção do actual panorama.

Reagendamento: Quinta-Feira 14 de Agosto ás 20h

Jantar Cultural do Ciclo Padre António Vieira e o futuro da Lusofonia, com António Marques Bessa.

Último jantar do Ciclo da Lusofonia. É com enorme prazer que contaremos com António Marques Bessa, nascido em 1949. É Professor Catedrático do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas – Universidade Técnica de Lisboa com agregação e foi conferencista habitual do ex-ISNG nas matérias de Geopolítica e Estratégia. Dos seus trabalhos destacam-se “Ensaio sobre o Fim da nossa Idade” (Templo), “Introdução à Etologia” (Templo), “Quem Governa?” (ISCSP), “O Trabalho das Ideias” (ISCSP), “Arte de Governar” (ISCSP), “O Olhar de Leviathan” (ISCSP), “Utopia – Uma engenharia dos sonhos” (Europa-América), “Introdução à Política” (Verbo) com Jaime Nogueira Pinto e “Dicionario Politico para Occidente” (Vassallo de Mumbert) com J. Vargas. Atenda-se ao seguinte extracto de uma sua recente entrevista:

Que impacto para Portugal se o Tratado de Lisboa entrar em vigor?
A classe política portuguesa tem conduzido este processo sozinha, no isolamento e no secretismo. Parece que têm medo do povo. E com razão. O povo, em Portugal, costuma corrigir os desvarios da sua classe dirigente. O melhor é fazer tábua rasa do povo e depois elogiar muito as decisões populares, ou seja, dos representantes de ninguém. Os impactos só se podem ver no futuro mas para um país de dez milhões de pessoas, sem recursos, descapitalizado, sem alimentos, que poderemos esperar? O governo do estrangeiro. Os britânicos vivem o seu complexo de ilha coroada, de ilha imperial, não estão dispostos a agachar-se.
Faz então sentido a denúncia de Nigel Farage sobre o totalitarismo “à soviética” da União Europeia?
Eu denunciei já há muito tempo a formação de uma classe política de eurocratas. É o começo da consolidação de uma nomenclatura de funcionários bem pagos que nada querem saber dos cidadãos. A cidadania diminuirá e os privilégios da nomenclatura aumentarão. O esquema europeu baseado em altos e médios funcionários não vai a lado nenhum. A não ser ao marasmo, para onde já se inclina. Não basta ser entusiasticamente europeu. É preciso saber onde termina a Europa e quem é que lhe vai dar estrutura, ou seja, coluna vertebral. Porque ainda lhe falta muito para a ter. Os povos continuam a responder pelas suas identidades de modo que não há nacionalismo europeu, a não o ser o sentimento europeu muito presente no pessoal político, a quem o assunto interessa.

Inscreve-te já!
Jantar: 10 folias / 8 folias para folios divinos
tlm:963883143 primafolia@gmail.com

Programa Cultural de Agosto

Dia 6, quarta-feira, às 21:30 horas – Triologia Qatsi de Godfrey Reggio, com Naqoyqatsi, de 2002, com a duração de 89 minutos.

Sinopse: Tudo o que é bom tem de ter um fim, pelo que Naqoyqatsi, que significa a Vida como Guerra, fecha esta trilogia. Partindo da vida quotidiana, somos levados numa espiral que nos obriga a reflectir sobre as alterações de um mundo organizado segundo princípios naturais para este outro, determinado pela tecnologia, pelo sintético e pelo visual. Extremo, da intimidade ao espectacular, da tragédia à esperança, este último filme qatsi é uma experiência física e emocionalmente intensa.

Dia 7, quinta-feira, às 21:30 horas Debate sobre a cultura em Setúbal, entre Tiago Apolinário Baltazar e Carlos Tavares da Silva.

Um artigo intitulado “O deserto cultural”, da autoria de Tiago Baltazar, iniciou uma recente polémica na cidade de Setúbal. O autor, estudante de Filosofia, defendeu que a produção e promoção cultural existente era de qualidade menor, motivada apenas por objectivos eleitoralistas, estilo “pop chunga”. A resposta não tardou, através de um texto escrito por Paulo Anjos, categorizando Baltazar como um ignorante, pois afirma-o desconhecedor do que se fez e faz, para além de demagogo, pois advinha-lhe objectivos político-partidários obscuros. Seja como for, deu-se início a uma discussão importante sobre a política cultural existente em Setúbal e que política cultural deve vir a existir. Neste debate cruzar-se-ão estas duas leituras, uma de Tiago Baltazar e a outra de Carlos Tavares da Silva, personalidade essencial da Cultura sadina e fundador do MAEDS.

Dia 8, sexta-feira, às 20:00 horas
– Jantar Cultural do Ciclo Padre António Vieira e o futuro da Lusofonia, com António Marques Bessa.

Último jantar do Ciclo da Lusofonia. É com enorme prazer que contaremos com António Marques Bessa, nascido em 1949. É Professor Catedrático do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas – Universidade Técnica de Lisboa com agregação e foi conferencista habitual do ex-ISNG nas matérias de Geopolítica e Estratégia. Dos seus trabalhos destacam-se “Ensaio sobre o Fim da nossa Idade” (Templo), “Introdução à Etologia” (Templo), “Quem Governa?” (ISCSP), “O Trabalho das Ideias” (ISCSP), “Arte de Governar” (ISCSP), “O Olhar de Leviathan” (ISCSP), “Utopia – Uma engenharia dos sonhos” (Europa-América), “Introdução à Política” (Verbo) com Jaime Nogueira Pinto e “Dicionario Politico para Occidente” (Vassallo de Mumbert) com J. Vargas. Atenda-se ao seguinte extracto de uma sua recente entrevista:

Que impacto para Portugal se o Tratado de Lisboa entrar em vigor?
A classe política portuguesa tem conduzido este processo sozinha, no isolamento e no secretismo. Parece que têm medo do povo. E com razão. O povo, em Portugal, costuma corrigir os desvarios da sua classe dirigente. O melhor é fazer tábua rasa do povo e depois elogiar muito as decisões populares, ou seja, dos representantes de ninguém. Os impactos só se podem ver no futuro mas para um país de dez milhões de pessoas, sem recursos, descapitalizado, sem alimentos, que poderemos esperar? O governo do estrangeiro. Os britânicos vivem o seu complexo de ilha coroada, de ilha imperial, não estão dispostos a agachar-se.
Faz então sentido a denúncia de Nigel Farage sobre o totalitarismo “à soviética” da União Europeia?
Eu denunciei já há muito tempo a formação de uma classe política de eurocratas. É o começo da consolidação de uma nomenclatura de funcionários bem pagos que nada querem saber dos cidadãos. A cidadania diminuirá e os privilégios da nomenclatura aumentarão. O esquema europeu baseado em altos e médios funcionários não vai a lado nenhum. A não ser ao marasmo, para onde já se inclina. Não basta ser entusiasticamente europeu. É preciso saber onde termina a Europa e quem é que lhe vai dar estrutura, ou seja, coluna vertebral. Porque ainda lhe falta muito para a ter. Os povos continuam a responder pelas suas identidades de modo que não há nacionalismo europeu, a não o ser o sentimento europeu muito presente no pessoal político, a quem o assunto interessa.

Dia 22, sexta-feira, às 20:00 horas – Jantar Cultural – em processo de confirmação.

Dia 25, segunda-feira, às 22:00 horas – Ciclo ilustrado sobre a problemática do teatro nos Séculos XVI – XVIII – No âmbito do Festival de Teatro de Setúbal, em associação com o Teatro Estúdio Fonte Nova.
Discussão em torno das problemáticas teatrais: o teatro na época de William Shakespeare.

Dia 26, terça-feira, às 22:00 horas – Ciclo ilustrado sobre a problemática do teatro nos Séculos XVI – XVIII – No âmbito do Festival de Teatro de Setúbal, em associação com o Teatro Estúdio Fonte Nova.

Discussão em torno das problemáticas teatrais: o autor no teatro inglês na Londres do Século XVII.

Dia 1/9, segunda-feira, às 22:00 horas
– Ciclo ilustrado sobre a problemática do teatro nos Séculos XVI – XVIII – No âmbito do Festival de Teatro de Setúbal, em associação com o Teatro Estúdio Fonte Nova.
Discussão em torno das problemáticas teatrais: o actor no teatro inglês na Londres do Século XVII.

Dia 2/9, terça-feira, às 22:00 horas – Ciclo ilustrado sobre a problemática do teatro nos Séculos XVI – XVIII – No âmbito do Festival de Teatro de Setúbal, em associação com o Teatro Estúdio Fonte Nova.

Discussão em torno das problemáticas teatrais: o autor no teatro Europa Continental no Século XVII.

A imaginação ao poder!

Salpicos

Exposição de Ana Cristina Sampaio e Luís Jorge

Inauguração &

Festa de 1.º Aniversário da Prima Folia - Cooperativa Cultural

Dia 1 de Agosto, pelas 21.30 h. na Academia do costume...

Vem celebrar connosco.

Concerto esta Quinta-feira , 31 de Julho, às 22:00 horas



Ensaladas Ibéricas


Concerto de Hugo Silva e convidados


na Academia Problemática e Obscura

Mosaico Celebrativo do Ano Europeu do Diálogo Intercultural

No dia 24 de Julho de 2008, foi inaugurado o painel de mosaico celebrativo do Ano Europeu do Diálogo Intercultural, que está integrado na parede lateral do Centro de S. Francisco Xavier da Caritas Diocesana de Setúbal, sito na Praça Teófilo Braga, em Setúbal. Este mosaico é fruto de um trabalho desenvolvido ao longo de vários meses no Espaço Triângulo da ACM/YMCA, com os jovens moradores no Bairro da Bela Vista. O Espaço Triângulo é um Centro de Actividades de Tempos Livres, que visa a integração de crianças e jovens do Bairro da Bela Vista, tendo como objectivos principais a promoção de comportamentos e hábitos de vida saudáveis e o desenvolvimento infantil/juvenil.

Os objectivos deste trabalho, integrado nos ateliers de "Artes e Ideias" do Espaço Triângulo, estão relacionados com a desmistificação da imagem negativa do Bairro da Bela Vista, bem como, sensibilizar a população em geral para a Inclusão Social, daí esta obra se situar no Centro da Cidade

A orientação artística, de Ricardo Crista, permitiu que, através das visões plurais de cada um dos jovens, fosse criado um único painel. Nele se cruzam as cores do branco, azul e amarelo, evocação dos tradicionais painéis azulejares portugueses seiscentistas, numa alusão à globalização que a gesta marítima trouxe para a Europa e para o Mundo. Os mosaicos aludem, por si, à Roma Clássica, essa mesmo que juntou e ligou de forma inquebrável a Europa, a Ásia e a África. No painel vêem-se distintos caminhos, que a partir de certo ponto, se encontram. Os jovens retratados são os autores, ou seus amigos, independentemente dos tons das peles. Estes, entre outros motivos se encontram neste painel, que procuram dar-nos uma reflexão sobre o Diálogo Intercultural, através dos olhos destes jovens.

Com este painel procura-se recordar também o carácter miscigenado da milenar população setubalense, fruto dos encontros de distintas populações da Europa, África e Médio Oriente que, sedimentando-se ao longo de milénios, atestam essa positiva convivência com as diferenças, tradição esta que deve ser recordada e praticada nos dias de hoje, em que novas vagas migratórias aportam a Setúbal.

Este painel é o resultado de uma parceria entre o Espaço Triângulo do ACM, a Prima Folia – Cooperativa Cultural, CRL, a Santa Casa da Misericórdia de Setúbal e a Caritas Diocesana de Setúbal, que juntos se manifestam contra a indiferença.

Ciclo de Cinema Julho - Tributo a Godfrey Reggio

Dia 10 de Julho, quinta-feira, às 21:30 horas – Triologia Qatsi de Godfrey Reggio, com Koyaanisqatsi, de 1982, com a duração de 86 minutos.

Koyaanisqatsi é um documentário. Koyaanisqatsi é um concerto visual de imagens em harmonia, com a música de Phillip Glass. Na realidade o filme tem início com os desenhos rupestres ameríndios, enquanto se ouvem os cânticos Koyaanisqatsi, que é um termo dos índios Hopi que corresponde ao conceito de Vida em Desequilíbrio. A partir daqui é uma impressiva e emocionante viagem sensitiva pelo mundo real onde vivemos. Incómodo, perturbador, uma arrebatadora obra-prima.

Dia 17 de Julho, quinta-feira, às 21:30 horas – Triologia Qatsi de Godfrey Reggio, com Powaqqatsi, de 1988, com a duração de 99 minutos.

Powaqqatsi, significa Vida em Transformação, é a segunda sequela da trilogia, explora as consequências do desenvolvimento tecnológico nos países em vias desenvolvimento e os efeitos que, a globalização de modelo ocidental, tem sobre estas sociedades. Perturbador filme, que nos obriga a uma profunda reflexão sobre os nossos valores e o papel que desempenhamos nas nossas vidas.

Em Agosto, na Academia Problemática e Obscura

Tudo o que é bom tem de ter um fim, pelo que Naqoyqatsi, que significa a Vida em Guerra, fecha esta trilogia.

Partindo da vida quotidiana, somos levados numa espiral que nos obriga a reflectir sobre as alterações de um mundo organizado segundo princípios naturais para este outro, determinado pela tecnologia, pelo sintético e pelo visual. Extremo, da intimidade ao espectacular, da tragédia à esperança, este último filme qatsi é uma experiência física e emocionalmente intensa.

Tertulias de Julho

Dia 11, sexta-feira, às 20:00 horas – Jantar Cultural do Ciclo Padre António Vieira e o futuro da Lusofonia, com Paulo Borges e lançamento da revista "Nova Águia".

Paulo Borges é Professor do Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Membro do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa. Coordenou a edição das Obras de Agostinho da Silva, e coordena o levantamento, estudo e futura edição do seu espólio. Presidiu à Comissão Coordenadora das Comemorações do Centenário de Agostinho da Silva e integrou a Comissão Organizadora das visitas do XIV Dalai Lama a Portugal. Sócio-fundador e membro da Direcção do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, Presidente da União Budista Portuguesa e da Associação Agostinho da Silva. Celeste Natário: Licenciou-se em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde igualmente veio a obter o grau de Mestrado e de Doutoramento. Ainda nessa Faculdade, tem, desde 1998, leccionado a cadeira de "Filosofia em Portugal" do Curso de Licenciatura em Filosofia, para além de alguns Seminários de Pós-Graduação. Renato Epifânio: Doutorado pela Universidade de Lisboa; Membro do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa e da Direcção da Associação Agostinho da Silva; Secretário-Executivo das Comissão das Comemorações do seu Centenário.

Como é sabido, A Águia foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Carneiro, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva. A NOVA ÁGUIA, pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu "espírito", adaptado ao século XXI, conforme se pode ler no manifesto. Tal como n' A Águia, procuraremos o contributo das mais relevantes figuras da nossa Cultura, que serão chamadas a reflectir sobre determinados temas.
O primeiro número, já lançado, tem como tema "a ideia de Pátria: sua actualidade". O segundo, a ser lançado em Novembro, terá como tema "António Vieira e o futuro da Lusofonia". O terceiro, a sair no 1º semestre de 2009, será dedicado ao "legado de Agostinho da Silva, 15 anos após a sua morte". A Revista resulta de uma parceria entre a Editora Zéfiro, a Associação Marânus/Teixeira de Pascoaes, que será a nossa sede a Norte, e a Associação Agostinho da Silva, que será a nossa sede a Sul.


Dia 18, sexta-feira, às 20:00 horas – Jantar Cultural do Ciclo Padre António Vieira e o futuro da Lusofonia, com Fernando Dacosta.

Fernando Dacosta nasceu a 12 de Dezembro de 1945, em Luanda. Passou a infância e a adolescência no Alto Douro, frequentando o Liceu de Lamego. Fixado em Lisboa (depois de uma breve passagem por Coimbra), estuda Filologia Românica, inicia-se no jornalismo, em 1967, e (depois do 25 de Abril) na literatura. Passou por diversos órgãos de informação, como Europa-Press, Flama, Comércio do Funchal, Vida Mundial, DL, DN, A Luta, JL, o Jornal, o Público. Actualmente pertence aos quadros da Visão. Foi director dos Cadernos de Reportagem e co-editor da Relógio d'Água. Na RTP1 teve uma rubrica sobre livros entre 1991-92. Foi galardoado com 10 prémios: G.P. de Teatro RTP, da Associação Portuguesa de Críticos, da Casa da Imprensa (por Um jeep em segunda mão, 1978), G.P. de Reportagem (À Descoberta de Portugal, 1982), Jornalista do Ano Nova Gente (1982), G.P. de Reportagem do Clube Português de Imprensa (Os Retornados estão a mudar Portugal, 1984), G.P. de Litertura Círculo de Leitores (O Viúvo, 1986), P. Fernando Pessoa do jornalismo e P. Gazeta do Clube dos Jornalistas (Moçambique, Todo o Sofrimento do Mundo, 1991), P. Gazeta do Clube dos Jornalistas (O Despertar dos Idosos, 1994). Tem mais de vinte livros publicados em diferentes géneros - reportagem, teatro, romance, narrativa e conto.


Dia 31, quinta-feira, às 21:30 horas – Concerto intimista de peças ibéricas, por Hugo Silva e convidados.


Hugo Silva é investigador do Instituto de Etnomusicologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e cantor desde há uma década em diversos grupos.

Espectáculo de Beneficiência em Sesimbra


A Associação Bianca, é uma associação de Acolhimento e protecção de animais abandonados do concelho de Sesimbra. Está a promover esta festa devido a não ter meios suficientes, como por exemplo, necessitam de uma carrinha para transporte de animais ao veterinário, e, também para pagar as dividas que têm perante os veterinários, que já é quase superior a 6000 €uros. Como podem ver a situação da associação não é lá muito boa! o subsidio dado pela CMS (Câmara Municipal de Sesimbra) não chega para tudo o que a associação precisa. Num terreno com capacidade para 50 cães, têm 200 e tal. Só entre Janeiro e Junho entraram quase 180 animais.

Ajuda e/ou participa!