Nova data do workshop de Feng Shui


O workshop de Feng Shui já tem nova data agendada, dia 14 de Março.

(para mais informações clica aqui.)

Programa de Fevereiro

Dia 6, sexta-feira, às 22:00 horas – Inauguração da exposição Penas pela Pele e pelo Pêlo, por Eduardo Dias.


Nascido em Setúbal em 1982, frequentou a Escola Superior de Teatro e Cinema entre 2000 e 2006. Trabalhou como actor em várias companhias pelo país, tendo já encetado o trabalho de encenação e dirigido várias oficinas de iniciação teatral.


Esta exposição nasce da necessidade de cuidar do passado. Abrir as gavetas sacudir o pó e trazer para a luz as sombras traçadas a carvão ou a tinta. São apenas desenhos mas também são histórias, pessoas e animais.

Histórias de penas por e cumpridas, pessoas animais e animais pessoas, traçadas apenas a lapiseira ou a caneta conforme as suas (ou as minhas) penas. E porque a traço de pena também se escreve, e porque só no ensaio se firma o actor e se desnudam as suas camadas do esboço à obra, a mancha caligráfica é igualmente despida sob a forma de um breve ensaio.

Só pela sombra se desenha a luz.


Dia 13, sexta-feira, às 20:00 horas – Jantar Cultural, com Renato Epifânio, sobre O Futuro da Lusofonia.

Renato Epifânio é Membro do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira e da Direcção da Associação Agostinho da Silva; Secretário-Executivo da Comissão das Comemorações do seu Centenário; investigador na área da "Filosofia em Portugal", com dezenas de estudos publicados. Tem Licenciatura e Mestrado em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; doutorou-se, na mesma Faculdade, com a dissertação Fundamentos e Firmamentos do pensamento português contemporâneo: uma perspectiva a partir da visão de José Marinho (IN-CM, no prelo). É autor das obras Visões de Agostinho da Silva (Zéfiro, 2006), A Via Aberta do Pensamento Português Contemporâneo (Zéfiro, no prelo) e Repertório da Bibliografia Filosófica Portuguesa (Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2007), já em parte publicado na Philosophica, Revista do Departamento de Filosofia da F.L.U.L. Partilha, com Paulo Borges e Celeste Natário, a Direcção da Revista Nova Águia, sendo o Director da colecção com o mesmo nome na Zéfiro. Faz ainda parte da Comissão Coordenadora do MIL: Movimento Internacional Lusófono.

Dia 20, sexta-feira, às 21:30 horas – Viagem ao fundo das consciências, a escravatura na época moderna, por Maria do Rosário Pimentel.


Maria do Rosário Pimentel licenciou-se em História em 1977, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Em 1979, iniciou a sua carreira universitária no Instituto de História e Teoria das Ideias da mesma Faculdade, transitando em 1980 para a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde actualmente é professora do Departamento de Estudos Portugueses. A 27 de Junho de 1990, prestou provas de doutoramento com a dissertação Escravismo e Antiescravismo em Portugal. Percurso e Problemática da Abolição. Como docente e investigadora, os seus trabalhos têm incidido nas áreas da História Cultural e das Mentalidades e da História das Ideias, no âmbito da Época Moderna.

Palestra sobre a escravatura moderna e, particularmente, sobre a do homem africano. Tráfico e escravidão, como práticas constantes, atravessaram a história da Humanidade sempre aliadas a razões que as sustentavam sem objecções e persistiram em todas as sociedades. Analisando o contexto europeu e colonial de então, bem como a especificidade do caso português.


Dia 21, sábado, às 22:00 horas – Concerto de The Logadogue Swing Project, com Nuno Castelo e Luís Cansadinho.


The Logadogue Swing Project é um projecto musical de Swing/Jazz acústico, formado no Verão de 2008, no objectivo de recrear o espírito e sonoridade do Swing, com um dueto de guitarras. The Logadogue Swing Project é composto por Nuno Castelo (guitarra solo) e Luís Cansadinho (guitarra ritmo).

Nuno Castelo tem tocado na última década em vários e distintos projectos, até se dedicar profissionalmente à guitarra Jazz e guitarra clássica, actuando frequentemente a solo com o seu repertório clássico e como músico convidado em projectos de Jazz e Blues. Luís Cansadinho tem actuado em diversos projectos de Rock, Fusão e Acústico. Até recentemente se dedicar profissionalmente aos The Logadogue Swing Project.

The Logadogue Swing Project é composto por temas originais e temas standard Jazz, que achamos serem os que representam melhor a sonoridade e a técnica que queremos explorar, desenvolver e divulgar. Entre esses temas estão composições de Stochelo Rosenberg (Trio Rosenberg) e Joscho Stephan, ambos muito influenciados pela mestria do grande D'Jango Reinheart. Mas as nossas referências e influências são vastas e abrangem estilos como a Bossa-Nova, o Blues, o Folk, o Jazz Manouche e claro o Swing. Deste modo, em duo acústico e munidos deste repertório e sonoridade, reunimos as condições que julgamos adequadas para podermos, facilmente, tocar em qualquer espaço, ou evento, e com as mínimas condições de logística necessárias a garantir o mínimo de qualidade sonora, e por sua vez criar o ambiente adequado a um evento cultural/musical.


Dia 27, sexta-feira, às 20:00 horas – Jantar Cultural, com Isabel Guerra, sobre A Qualidade de Vida na Cidade.


Isabel Guerra, tirou o Curso Superior de Serviço Social em 1970, no Instituto Superior de Serviço Social. Licenciou-se em Sociologia em 1981, no Instituto de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e iniciando no mesmo ano a sua carreira universitária, no mesmo Instituto. Em 1991, prestou provas de doutoramento em Sociologia, na Universidade François Rabelais, Tours, em França. Desde 1996, desempenha o cargo de Coordenadora Cientifica da Licenciatura em Serviço Social da Universidade Católica Portuguesa, passando a Professora Catedrática em 2001 do mesmo. Prestou provas de Agregação, no Instituto de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE). Como docente e investigadora, os seus trabalhos têm incidido nas áreas da Sociologia urbana e do habitat, Planeamento e Avaliação de Processos de Desenvolvimento e Educação Multicultural.

A cidade reflecte o esquema de organização da sociedade, os seus projectos, os seus conflitos, as suas contradições, como, também, as suas opções sociais e políticas. Nesse sentido, é preciso perceber qual é o confronto entre aquilo que está a mudar ao nível da sociedade e qual o impacto na cidade. O espaço público é a sala de estar de uma comunidade e reflecte o bom ambiente ou o ambiente difícil da família. Isto não consiste em dar ao espaço uma dimensão de efeito apenas. O espaço tem também efeitos estruturantes nas condições de interacção entre as pessoas e nos modos de vida, e é nesse sentido que a intervenção sobre a cidade, é também intervenção sobre o projecto colectivo.

Dia 28, sábado, às 22:00 horas – Leitura e divulgação da obra de J. J. Sobral por António Galrinho, Poesia Erótico Pornográfica Humorística.


A obra homenageia alguns dos poetas portugueses que mais se dedicaram e divulgaram o género porno-erótico. Embora fazendo uso do calão e da linguagem vernácula, o erotismo e a pornografia são abordados de forma humorada e bem-disposta. Após a leitura de alguns poemas, haverá diálogo sobre este género literário, tantas vezes "problemático e obscuro". O livro estará à venda a um preço reduzido. A sessão não é aconselhável a menores de 18 anos.

Che Guevara, um Mito

Dia 16, sexta-feira, às 20:00 horas

Jantar Cultural sob o tema Che Guevara, um Mito , com Dra. Anita Vilar.

Passaram mais de 40 anos sobre o assassinato de Ernesto Guevara, o Che, mas o mito mantém-se e surge-nos sob os mais diferentes objectos que vão das t-shirt’s, aos porta-cheves, aos copos e canecas, às tatuagens, aos posters, aos bonés, às bandeiras e isto sucede em todo mundo.
A partir deste dado, tenta-se explicar os factores que estiveram implicados na criação do mito, as razões porque se mantém tão vivo, sobretudo, entre a juventude. E a pergunta que se coloca a seguir é se Che é mesmo e só um mito ou se ele significa muito mais que isso e daí as tentativas que são feitas para o desvalorizar em termos do revolucionário e do político que, de facto, foi.


Anita Vilar, médica psiquiatra, com vários trabalhos publicados na área da Psiquiatria.
Foi durante 12 anos Directora do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital de S. Bernardo de Setúbal, tendo deixado o cargo quando se reformou em 2004.

É actualmente membro da Assembleia Distrital de Setúbal da Ordem dos Médicos.
Exerce o cargo de Presidente da Associação de Direito e Justiça de Setúbal.

Programa da Academia Problemática e Obscura de Janeiro de 2009



Dia 8, quinta-feira, a partir das 22:00 horas
– Inauguração da exposição Fragmentos de tempo em compasso de espera de Mónica Santos.


Fragmentos de tempo em compasso de espera – Já alguma vez o teu olhar deambulou e se prolongou num pedaço de espaço, imprimindo em ti a sensação de ausência de tempo? Já alguma vez te perdeste num momento e descobriste que não estás confinado ao espaço?
São esses fragmentos, esses contextos triviais, experienciados através de fotografias, pinturas e desenhos que compõem esta exposição.


Mónica dos Santos, aventureira plástica por recreação e fascínio, estudou Design de Comunicação em Aveiro mas acabou por se licenciar no curso de professores do Ensino Básico, variante de Educação Visual e Tecnológica na ESE de Setúbal.


Dia 9, sexta-feira, às 22:00 horas – Apresentação do álbum Sol nas Veias,
de Alexandra Boga.


Sol nas Veias é o álbum de estreia de Alexandra Boga, cantora e compositora açoriana, que teve como inspiração para este seu trabalho a música tradicional açoriana, música
world e música portuguesa. As letras retratam, por vezes, cenários ilhéus, e também recantos imaginários que representam o sentimento e a natureza humana, assuntos que
tomam forma através de uma sonoridade onde a voz é o instrumento principal, acompanhada de instrumentos tradicionais como o bandolim, o adufe e a Viola da Terra.


Dia 16, sexta-feira, às 20:00 horas – Jantar Cultural sob o tema Che Guevara, um Mito , com Dra. Anita Vilar.

Passaram mais de 40 anos sobre o assassinato de Ernesto Guevara, o Che, mas o mito mantém-se e surge-nos sob os mais diferentes objectos que vão das t-shirt’s, aos porta-cheves, aos copos e canecas, às tatuagens, aos posters, aos bonés, às bandeiras e isto sucede em todo mundo.
A partir deste dado, tenta-se explicar os factores que estiveram implicados na criação do mito, as razões porque se mantém tão vivo, sobretudo, entre a juventude. E a pergunta que se coloca a seguir é se Che é mesmo e só um mito ou se ele significa muito mais que isso e daí as tentativas que são feitas para o desvalorizar em termos do revolucionário e do político que, de facto, foi.


Anita Vilar, médica psiquiatra, com vários trabalhos publicados na área da Psiquiatria.
Foi durante 12 anos Directora do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital de S. Bernardo de Setúbal, tendo deixado o cargo quando se reformou em 2004.

É actualmente membro da Assembleia Distrital de Setúbal da Ordem dos Médicos.
Exerce o cargo de Presidente da Associação de Direito e Justiça de Setúbal.




Dia 23, sexta-feira, às 21:30 horas – Projecção do Filme NU BAI — O rap

negro de Lisboa de Otávio Raposo, Portugal, 2006, 65’ com a presença do realizador para debate acerca do filme.


Sinopse:

Cova da Moura, Arrentela e Porto Salvo. O rap negro da periferia forma um cordão à volta de Lisboa. Para apontar o dedo ao racismo, à exclusão, à violência policial, à pobreza. Vida de preto. "Hip hop é intervenção. Não quero ninguém a dancar, mas a pensar", diz Jorginho, um dos oito rappers entrevistados. Este documentário ouve o canto, solta a voz, não reprime os sonhos, os desabafos, o desejo de vingança, o diálogo-monólogo quase surreal. "Eu sonhei que estava a voar na Pedreira dos Húngaros." O som do beat box e poesia em crioulo a reinventar a vida, para que um dia tenham o seu Malcolm X, os seus Panteras Negras. É o futuro. O hip hop é a arma.


Otávio Raposo é sociólogo (ISCTE/CRIA), nascido no Brasil, vive em Lisboa há oito anos, onde se licenciou na FCSH – Universidade Nova de Lisboa. Estava a concluir a licenciatura

quando iniciou as filmagens do filme NU BAI – O rap negro de Lisboa.

As pesquisas sobre temas relacionados com as culturas juvenis

motivaram-no a fazer um documentário sobre o rap, e intensificaram

o seu envolvimento com a Antropologia Visual. Finalizou o Mestra-

do em Antropologia Urbana no ISCTE, “Representa Red Eyes Gang:

das redes de amizade ao hip hop” e é sociólogo da Comunidade

Vida e Paz – Instituição de Apoio aos Sem Abrigo.



Dia 30 de Janeiro às 20h - Jantar Cultural com Luís Raposo sob o tema Plataforma pelo Património Cultural - uma urgência para Portugal?

Luís Raposo é Director do Museu Nacional de Arqueologia, director d' "O Arqueólogo Português", autor de "A Linguagem das Coisas: Ensaios e Crónicas de Arqueologia", com António Carlos Silva (Europa-América:1996), "Pré-História de Portugal", com Armando Coelho da Silva e Carlos Tavares da Silva (Universidade Aberta:1993) e "Non-Flint Stone Tools and the Palaeolithic Occupation of the Iberian Peninsula", com N. Moloney e Manuel Santonja (Tempus Reparatum). Pré-historiador, antigo docente da Unervidade Lusíada, publicoiu inúmeros artigos científcos, cronista habitual na comunicação social, é uma das vozes mais respeitadas na opinião pública sobre Património Cultural em Portugal.



Dia 31, sábado, das 9:30 ás 13:00 horas e das 14:30 ás 18:00 horas Workshop de Feng Shui, leccionado pela Dra. Mara Monteiro.


O workshop irá proporcionar uma nova perspectiva em relação ao espaço habitado. Este será abordado como um organismo energético que responde aos mesmos princípios do corpo energético humano e que facilmente afecta o bem-estar de quem o habita.

Através do entendimento de algumas noções básicas de Feng Shui, o habitante pode manipular a energia da sua casa de forma a torná-la mais favorável, assim como fica com uma impressionante ferramenta de auto-conhecimento ao reconhecer a sua casa como um reflexo da sua condição pessoal.


As inscrições são limitadas, no máximo 15 pessoas e terá o valor de 30€.

Workshop de Feng Shui


No Sábado dia 14 de Março irá ocorrer um Workshop de Feng Shui na Academia Problemática e Obscura.

A formação ficará a cargo da Dra. Mara Monteiro.

O workshop irá proporcionar uma nova perspectiva em relação ao espaço habitado. Este será abordado como um
organismo energético que responde aos mesmos princípios do corpo energético humano e que facilmente afecta o bem-
estar de quem o habita.

Através do entendimento de algumas noções básicas de Feng Shui, o habitante pode manipular a energia da sua
casa de forma a torná-la mais favorável, assim como fica com uma impressionante ferramenta de auto-conhecimento ao
reconhecer a sua casa como um reflexo da sua condição pessoal.


Programa

Chi e Yin-Yang
Ordem da Natureza
Gestão da energia Chi
Yin-Yang

As Cinco Transformações e o Ba Gua
Ciclo Shen e Ciclo Ko
Lo Shu
8 Trigramas

Forma
Os cinco animais
Aplicação a várias escalas – da envolvente urbana ao mobiliário.
Chi cortante

8 Direcções
Aplicação do Ba Gua na casa
O centro
As falhas e as extensões
A porta de entrada
Orientações para dormir

Exercícios Práticos


Horário:
Inicia-se das 9h30 ás 13h, e continuará das 14h30 ás 18h.

As inscrições são limitadas, e podem ser efectuadas através do nº 963883143 ou do e-mail primafolia@gmail.com.
O Workshop terá o valor de 30€.

Sabemos de que lado estamos!


Nota de Imprensa


Prima Folia – Cooperativa Cultural, CRL




Na reunião da Câmara Municipal de Setúbal de dia 10 de Dezembro de 2008, por votação contra dos Ex.mos Senhores Vereadores do Partido Social Democrata e do Partido Socialista, a autarquia deixou de apoiar financeiramente a Associação dos Cidadãos pela Arrábida e Estuário do Sado.

Tal decisão acarreterá, certamente, o abandono da sede, conforme foi transmitido pela Ex.ma Senhora Presidente da ACPAES à Comunicação Social. Tal instituição, herdeira de um movimento de cidadania com uma década de existência criado para travar a co-incineração no Parque Natural da Arrábida, é a mais importante instituição associativa ambientalista local, que visa a defesa instransigente das boas condições ambientais nesta região, o que se converte numa exigência de boas condições condições de saúde e de vida para a comunidade setubalense.

No comunicado, transmitido pela Ex.ma Senhora Presidente da ACPAES à Comunicação Social, faz referência ao facto de existirem Ex.mos Senhores Vereadores dos dois referidos partidos com lugares de gestão e direcção na Portucel e Secil, empresas essas que têm sido alvo do escrutínio fino por parte desta associação ambientalista local. Tal, a verificar-se ser verdadeiro, o que não nos parece possível, muito nos deve fazer reflectir e apelamos às respectivas forças políticas que daí se tirem as devidas consequências e haja um rápido esclarecimento da opinião pública sobre este tema. Seja como for, não cremos que tal corresponda ou comprometa as reais posições dos militantes do Partido Social Democrata e do Partido Socialista, forças políticas com grande responsabilidade na sociedade portuguesa.

Assim sendo cumpre-nos:

- Em primeiro lugar, agradecer o seu trabalho voluntário e incansável da Associação dos Cidadãos pela Arrábida e Estuário do Sado, bem como oferecer o apoio solidário nesta hora difícil;

- Em segundo, disponibilizar o espaço da "Academia Problemática e Obscura" para as reuniões da dita instituição nesta fase de transição;

- Em terceiro, demonstrar-nos disponíveis para auxiliar a dita associação a encontrar soluções futuras sustentáveis;

- Em quarto, apelar ao movimento associativo local, que se empenhe e se junte a esta cooperativa cultural nesta sua preocupação solidária face à relevante utilidade pública da Associação dos Cidadãos pela Arrábida e Estuário do Sado que não pode ser esquecida.



Setúbal, 14 de Dezembro de 2008.

José Luís Neto

Presidente da Direcção da

Prima Folia – Cooperativa Cultural, CRL.







Vereadores Catarino Costa (PS) e Paulo Valdez (PSD) acusados de misturarem os interesses das companhias que dirigem com as posições dos seus partidos políticos.

Em Janeiro...

Dia 9 de Janeiro, sexta-feira pelas 22 horas
na Academia Problemática e Obscura,


Apresentação do álbum Sol nas Veias,
de Alexandra Boga

Entrada Livre

Sol nas Veias é o álbum de estreia de Alexandra Boga,
cantora e compositora açoriana, que teve como inspiração
para este seu trabalho a música tradicional açoriana, música
world e música portuguesa. As letras retratam, por vezes,
cenários ilhéus, e também recantos imaginários que
representam o sentimento e a natureza humana, assuntos que
tomam forma através de uma sonoridade onde a voz é o
instrumento principal, acompanhada de instrumentos
tradicionais como o bandolim, o adufe e a Viola da Terra.

alexandraboga.webs.com
www.myspace.com/alexandraboga
www.myspace.com/jazzclassdamsom

Adenda à Programação de Dezembro

Dia 18 ás 21h30m, Quinta-feira
Lançamento do número 2 da NOVA ÁGUIA,
apresentada Renato Epifânio.

- Renato Epifânio é doutorado pela Universidade de Lisboa; Membro do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa e da Direcção da Associação Agostinho da Silva; Secretário-Executivo das Comissão das Comemorações do Centenário de Agostinho da Silva.

Programação de Dezembro na Academia Problemática e Obscura

Dia 5, sexta-feira, às 20:00 horas
Jantar do Ciclo Portugal, que futuro?, com Miguel Portas.

Miguel Sacadura Cabral Portas (Lisboa, 1 de Maio de 1958) é um economista, jornalista e político português. É licenciado pelo Instituto Superior de Economia de Lisboa e actualmente é eurodeputado pelo Bloco de Esquerda, eleito em 2004 com 5,1% dos votos. Iniciou actividade como jornalista numa revista cultural independente, Contraste, de que foi director, em 1986. Antes, tinha sido animador cultural num concelho do interior do Alentejo, e colaborador, na serra algarvia, de uma rede de projectos de desenvolvimento local. Em 1988 entrou para o semanário Expresso, onde coordenou a secção de Sociedade, no primeiro caderno do jornal. Em 1990 interrompe a actividade jornalística para assumir as funções de assessor para as questões urbanas e culturais do então Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Jorge Sampaio. Regressa ao jornalismo dois anos mais tarde e de novo para o semanário Expresso, onde exerce, sucessivamente, as funções de editor internacional da Revista do jornal e em seguida as de responsável pela área de Cultura do semanário. Em 1995, abandona o Expresso para, em 1996, lançar um projecto de semanário independente de esquerda, de que foi director. As dificuldades financeiras deste projecto levaram a cooperativa de jornalistas e a sociedade editora a redimensionar o projecto, lançando em sua substituição uma revista mensal, a Vida Mundial, durante os anos de 1998 e 1999. Nesta nova publicação, Miguel Portas foi colunista e repórter. Ainda em 1998 foi convidado pela Comissão Nacional dos Descobrimentos Portugueses para apresentador e autor dos textos da série documental «Mar das Índias» que seria apresentada em Abril de 2000 na RTP2. Este trabalho, realizado por Camilo Azevedo, recebeu o mais prestigiado prémio da crítica em Portugal. Diferentemente de trabalhos no género, ele não percorria os lugares que assinalavam a presença portuguesa neste oceano, mas as culturas com que os portugueses contactaram. Entre 2000 e 2001 escreveu quinzenalmente uma coluna de opinião no semanário Expresso a par de outra, semanal, no Diário de Notícias que cessou do fim de 2005. Em 2003 e 2004 participa ainda regularmente nos frente a frente do canal SIC Notícias. Em 2004 a editora Dom Quixote publica o seu primeiro livro, "E o resto é paisagem", onde se reúnem diversos ensaios, reportagens e entrevistas realizadas nos quatro anos anteriores. Actualmente é director de uma revista de ensaio político-cultural, Manifesto, que vai no seu 7º número. Profissionalmente, em 2004 concluiu ainda as filmagens de uma nova série documental sobre as civilizações e os povos do Mediterrâneo, que deverá ser apresentada no canal público de televisão em 2006. Inicia a sua actividade cívica em 1971, quando entra para o ensino secundário. Enquanto activista estudantil teve que mudar de liceu por duas vezes, na sequência de suspensões e processos disciplinares. Em Dezembro de 1973 é, com 156 outros estudantes do ensino secundário, detido pela polícia política do regime. Aderiu à União dos Estudantes Comunistas, a organização juvenil do PCP, nesse mesmo ano, com 15 anos de idade. Em 1974, passa a integrar a Comissão Central desta organização. Mais tarde, já no Instituto Superior de Economia de Lisboa, será dirigente da sua Associação de Estudantes e, nessa condição, coordena o Secretariado da Reunião Inter Associações no início dos anos 80. Abandona o PCP em 1989, na sequência do primeiro processo de expulsões do PCP e é um dos fundadores da Plataforma de Esquerda, organização que se virá a dissolver dois anos depois. Nos inícios dos anos 90 emerge a Política XXI, um movimento que agrupa activistas da Plataforma de Esquerda, de um antigo movimento de resistência antifascista, o MDP, e activistas estudantis independentes que se revelaram nas lutas pelo acesso democratizado à Universidade e pela sua gratuidade. A Política XXI será uma das três formações que estará, em 1999, na origem do Bloco de Esquerda. No Bloco de Esquerda, fundado em Março de 1999, foi cabeça de lista às eleições europeias de Junho desse ano, onde o novo partido obtém 1,7%. Cinco anos mais tarde, é eleito eurodeputado com 5,1% dos votos. A diferença de resultados ilustra o modo como o Bloco de Esquerda emergiu na sociedade portuguesa e como, passo a passo, se vem radicando no país, em particular nas grandes e médias cidades e nos sectores mais jovens do eleitorado. Em Lisboa e no Porto, o Bloco representa 9 e 8 por cento, respectivamente. Neste caminho de 5 anos, Miguel Portas esteve envolvido nos movimentos contra a invasão do Iraque e na preparação do primeiro Fórum Social Português. E foi ainda candidato às legislativas pelo distrito do Porto em 1999, onde ficou a mil votos da eleição; e cabeça de lista à Câmara Municipal de Lisboa em 2001.


Dia 12, sexta-feira, às 21:30 horas
Quantas histórias nos contam os mortos sobre os vivos de outrora – os enterramentos da Paroquial da Anunciada, por Nathalie Antunes-Ferreira, no âmbito das “Histórias da Margem Sul ”.

“Histórias da Margem Sul” visa constituir-se como um ciclo informal de reflexão em torno da memória colectiva de Setúbal e sua região, com vista à discussão de aspectos particulares e gerais sua da evolução histórica. A antropologia física tem tido forte incremento em Setúbal desde o início do Século XXI, colmatando graves lacunas sobre o conhecimento das populações passadas neste território, permitindo perceber as vivências reais do povo. A realidade das populações do Troino, antigo bairro de pescadores, é o tema desta palestra, alicerçada em cerca de uma centena de enterramentos detectados e exumados aquando da intervenção arqueológica do antigo Hospital da Anunciada. Para decifrar a linguagem dos mortos contamos com Nathalie Antunes-Ferreira, autora de numerosos livros e artigos sobre a matéria, reputada especialista.



Dia 19, sexta-feira, às 20:00 horas

Jantar Cultural, com Maria Cristina Neto, sobre Os negros em Portugal e no Sado.

Historiadora de enorme prestígio, académica das mais prestigiadas agremiações científicas do país e internacionais, antiga docente da FCUL e antiga investigadora do IICT, Maria Cristina Neto tem-se dedicado a várias áreas do saber. Uma das mais importantes e relevantes linhas da sua carreira académica tem sido a investigação sobre negros e escravos em Portugal, fazendo-a referência internacional sobre o tema, plasmada na exposição “Os negros em Portugal – Séculos XV – XIX”, que decorreu no Mosteiro dos Jerónimos em 1999 – 2000, feita em colaboração com Didier Lahon, promovida pela Comissão para as comemorações dos Descobrimentos Portugueses e na tese doutoral “Nascer em África e morrer em Lisboa – os ultramarinos africanos no Século XIX”. Ainda sobre negros e escravos é a reputada e reconhecida especialista sobre os negros de Alcácer do Sal e zona do Sado, investigação essa desenvolvida desde os anos 70.



Jantares – 10 € (8€ Folia Divina).

Aceitam-se inscrições

Cartaz de Novembro

(Se quiseres e puderes ajuda a espalhar a mensagem)