Hoje há Teatro!


Dia 13, sexta-feira, às 21:00 horas

Grupo de Teatro Comunitário As Avozinhas.

O grupo de teatro As Avozinhas cumpre em 2009 sete anos de actividade regular. Com direcção de Dolores de Matos, nasceu da relação do FIAR, Festival Internacional de Artes de Rua, com a Associação dos Idosos de Palmela.
O Grupo é acarinhado por todas as comunidades locais, e onde quer que se desloquem são alvo de admiração e respeito, como prova a ampla participação de públicos nos seus espectáculos, contribuindo positivamente para o desenvolvimento social e comunitário, do orgulho e da identidade local.

O projecto tem como objectivos basilares a promoção da criatividade através da prática do Teatro, promovendo a reflexão dos aspectos sociais e do diálogo entre a arte e a vida, contribuindo desta forma para o desenvolvimento pessoal e interpessoal dos mais velhos, com objectivos da participação activa dos públicos das comunidades locais, em novas experiências das artes contemporâneas.

Um dos aspectos metodológicos que temos vindo a experimentar, é o de dar a possibilidade a criadores, uns mais jovens, outros veteranos, a partilharem connosco o processo criativo e de construção do espectáculo.
O trabalho desenvolvido tem sido alvo de interesse e de estudo por parte de professores Universitários de várias nacionalidades, como é o caso da Professora Beatriz Pinto Venâncio, da Universidade Federal Fluminense, no Rio de Janeiro, que se deslocou em Janeiro a Portugal para se encontrar com o Grupo e tomar contacto sobre o trabalho em curso. Este reconhecimento tem vindo a crescer e são cada vez mais as muitas solicitações para a participação nas mais variadas iniciativas culturais e sociais.

Os Henriques
Ficha Artística:
A partir de Senhor Henry, de Gonçalo M. Tavares
Encenação – João Brites e Dolores de Matos
Espaço Cénico – João Brites
Direcção de actores – Dolores de Matos
Figurinos/ caracterização – Dolores de Matos e Clara Bento
Elenco – Grupo de Teatro Comunitário As Avozinhas e Dolores de Matos

Com o apoio da
Sociedade Musical Capricho Setubalense

Programação de Março

Dia 5, quinta-feira, às 21:30 horas

Debate sobre As Mulheres Artistas do Século XX, por Ana Sofia Gomes; Ivanoela Povoas e Susana Patronilho, discentes do Curso de Promoção Artística e Património da Escola Superior de Educação de Setúbal – IPS.

Serão os homens e as mulheres iguais?
O termo "arte feminina" é visto de forma pejorativa?
A arte da mulher é uma reacção ao má
ximo?
São algumas das questões subjacentes a esta apresentação, que surgiu em contextos académicos, sendo agora apresentada publicamente, com o objectivo de fomentar a reflexão e a consciencialização dos cidadãos para esta temática.

Ana Sofia Gomes; Ivanoela Povoas e Susana Patronilho

Inauguração da exposição Mulher, como se pode não ser mulher?, por Fátima Madruga.

Fátima Madruga nasceu em Santa Luzia do Pico, em 1955.
Começou a pintar em 1988 e durante 20 anos fez grav
ação em marfim – scrimshaw.
Até agora tem trabalhado a tempo int
eiro nestas duas artes, expondo sobretudo em Portugal, em vários locais, incluindo Lisboa, Açores, Madeira e também na Galiza.
Recebeu alguns prémios e tem o seu trabalho representado em colecções públicas e privadas, em Portugal e no estrangeiro, no qual o seu trabalho enquanto gravadora se salienta.


Mulher, como se pode não ser mulher?
Acho que o grande defeito das relações entre géneros é não sermos todos naturalmente femininos.
Os homens femininos não têm que ser fêmeas, mas têm que saber compreender a sua mulher interior, para não criar rivalidades com o lado masculino das suas maiores amigas, as suas mães e as mães dos seus filhos. Porque todos somos mães se quisermos, não é preciso ter um útero, para sentir o calor e o valor do amor mais verdadeiro: o que apenas dá, que se basta e não tem fim.
Esta pequena mostra não é quase nada comparado com o que me vai por dentro. Ser mulher é o futuro de todos nós, porque a verdadeira mulher não é submissa nem ameaçadora, mas a que cria. Sim, acho que ser mulher é ser homem sem se sentir dominador e ser pessoa, sem se sentir dominada.
Os homens verdadeiros choram e as mulheres a sério enfrentam o perigo.
Eu tenho um sonho: homens e mulheres de mãos dadas, na roda planetária do amor inocente.
Fátima Madruga

Dia 6, sexta-feira, às 21:30 horas

Debate com Regina Marques e Isabel Rebelo, sobre Os feminismos, as suas potencialidades e constrangimentos – das teorias às práticas e como a prática determina as ideias e Da igualdade de oportunidades à Igualdade de Género – mudar de “óculos” para ver que melhor é possível.


Na longa caminhada para a igualdade entre mulheres e homens o que querem alcançar os movimentos de mulheres, quais as suas “ utopias”, que novos possíveis querem construir, que mudanças de paradigma no quotidiano e de mulheres e homens.

Partindo da um breve encontro com a fala de algumas destas mulheres, vamos partilhar formas concretas de re-olhar o mundo à nossa volta e identificar as desigualdades género, bem como perceber como as velhas “lentes”do “sempre foi assim” e algumas “armadilhas do pensamento”nos impedem de ver que um mundo melhor é possível.

Isabel Rebelo, sócia fundadora da cooperativa SEIES, coordenadora do Centro de Cidadania Activa. Consultora em igualdade de género no desenvolvimento comunitário. Co-autora de várias publicações sobre a integração da perspectiva de género na formação profissional.

Regina Marques, psicóloga e professora da ESE – IPS. Doutorada em Ciências de Comunicação. Tem várias publicações na temática dos feminismos. Membro do Concelho Nacional e da Direcção Nacional do MDM.

Dia 13, sexta-feira, às 21:00 horas

Grupo de Teatro Comunitário As Avozinhas.

O grupo de teatro As Avozinhas cumpre em 2009 sete anos de actividade regular. Com direcção de Dolores de Matos, nasceu da relação do FIAR, Festival Internacional de Artes de Rua, com a Associação dos Idosos de Palmela.
O Grupo é acarinhado por todas as comunidades locais, e onde quer que se desloquem são alvo de admiração e respeito, como prova a ampla participação de públicos nos seus espectáculos, contribuindo positivamente para o desenvolvimento social e comunitário, do orgulho e da identidade local.

O projecto tem como objectivos basilares a promoção da criatividade através da prática do Teatro, promovendo a reflexão dos aspectos sociais e do diálogo entre a arte e a vida, contribuindo desta forma para o desenvolvimento pessoal e interpessoal dos mais velhos, com objectivos da participação activa dos públicos das comunidades locais, em novas experiências das artes contemporâneas.

Um dos aspectos metodológicos que temos vindo a experimentar, é o de dar a possibilidade a criadores, uns mais jovens, outros veteranos, a partilharem connosco o processo criativo e de construção do espectáculo.
O trabalho desenvolvido tem sido alvo de interesse e de estudo por parte de professores Universitários de várias nacionalidades, como é o caso da Professora Beatriz Pinto Venâncio, da Universidade Federal Fluminense, no Rio de Janeiro, que se deslocou em Janeiro a Portugal para se encontrar com o Grupo e tomar contacto sobre o trabalho em curso. Este reconhecimento tem vindo a crescer e são cada vez mais as muitas solicitações para a participação nas mais variadas iniciativas culturais e sociais.

Os Henriques
Ficha Artística:
A partir de Senhor Henry, de Gonçalo M. Tavares
Encenação – João Brites e Dolores de Matos
Espaço Cénico – João Brites
Direcção de actores – Dolores de Matos
Figurinos/ caracterização – Dolores de Matos e Clara Bento
Elenco – Grupo de Teatro Comunitário As Avozinhas e Dolores de Matos

Com o apoio da
Sociedade Musical Capricho Setubalense

Dia 14, sábado,
das 9:30 ás 13:00 horas e das 14:30 ás 18:00 horas

Workshop de Feng Shui, leccionado pela Arquitecta Mara Monteiro.

O workshop irá proporcionar uma nova perspectiva em relação ao espaço habitado. Este será abordado como um organismo energético que responde aos mesmos princípios do corpo energético humano e que facilmente afecta o bem-estar de quem o habita.
Através do entendimento de algumas noções básicas de Feng Shui, o habitante pode manipular a energia da sua casa de forma a torná-la mais favorável, assim como fica com uma impressionante ferramenta de auto-conhecimento ao reconhecer a sua casa como um reflexo da sua condição pessoal.

As inscrições são limitadas, no máximo 15 pessoas e terá o valor de 30€.

Programa:
Chi e Yin-Yang
Ordem da Natureza
Gestão da energia Chi
Yin-Yang
As Cinco Transformações e o Ba Gua
Ciclo Shen e Ciclo Ko
Lo Shu
8 Trigramas
Forma
Os cinco animais
Aplicação a várias escalas – da envolvente urbana ao mobiliário.
Chi cortante
8 Direcções
Aplicação do Ba Gua na casa
O centro
As falhas e as extensões
A porta de entrada
Orientações para dormir
Exercícios Práticos

Dia 20, sexta-feira, às 21:30 horas

Palestra e Exposição sobre A Saúde da Mulher – do desejo à realidade pela Doutora Anita Vilar e a Professora Doutora Regina Marques.

Exposição feita pelo MDM e que já esteve patente em vários locais de Lisboa.
Para além das questões da saúde da mulher – dados demográficos, condições de acesso, relação médico-doente – serão abordados traços da especificidade das mulheres na saúde sexual e reprodutiva, nos direitos e na história da medicina para as mulheres.
Anita Vilar

Anita Vilar, médica psiquiatra, com vários trabalhos publicados na área da Psiquiatria.
Foi durante 12 anos Directora do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital de S. Bernardo de Setúbal, tendo deixado o cargo quando se reformou em 2004.
É actualmente membro da Assembleia Distrital de Setúbal da Ordem dos Médicos.
Exerce o cargo de Presidente da Associação de Direito e Justiça de Setúbal.

Regina Marques, psicóloga e professora da ESE – IPS. Doutorada em Ciências de Comunicação. Tem várias publicações na temática dos feminismos. Membro do Concelho Nacional e da Direcção Nacional do MDM.

Dia 27, sexta-feira, às 20:00 horas

Jantar Cultural, com Doutora Regina Marques, sobre A Linguagem das mulheres e a linguagem entre-sexos no pensamento dos clássicos.

Pretende-se trazer à superfície alguns pensamentos de autores clássicos, que marcaram a história das ideias sobre as mulheres e o seu próprio estatuto no espaço público.
Regina Marques

Regina Marques, psicóloga e professora da ESE – IPS. Doutorada em Ciências de Comunicação. Tem várias publicações na temática dos feminismos. Membro do Concelho Nacional e da Direcção Nacional do MDM.




Alteração esta Sexta- feira dia 20!


Por motivos de saúde, não poderemos ter connosco a Professora Maria do Rosário Pimentel, contudo, trás outro amigo também:


Percursos históricos de S. Tomé e Príncipe e Cabo Verde
Do colonialismo ao pós-in
dependência


Augusto Nascimento na Academia Problemática e Obscura


Sexta – feira, dia 20 de Fevereiro, às 21 horas


Augusto Nascimento Diniz nasceu em Lisboa em 1959. Licenciado em História, mestre em Economia e Sociologia Históricas é doutorado em Sociologia. Investigador do Instituto de Investigação Científica Tropical, é bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, do Instituto Nacional de Investigação Científica e da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Participou nos projectos "Mudança social e identidades culturais nas áreas de interacção histórica portuguesa" (1997-2000), "Contextos coloniais e pós-coloniais: interacção e discurso no mundo lusófono, Séculos XVI – XXI" (2002 – 2005) e "Imprensa atlântica: Angola, Brasil, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe" (2006 – 2007). Com vasta obra publicada, permitimo-nos salientar apenas S. Tomé na segunda metade de Oitocentos: a construção da sociedade colonial (UNL, 1992), Relações de poder e quotidiano nas roças de S. Tomé e Príncipe de finais de Oitocentos a meados do presente século (UNL, 2000), Mutações sociais e políticas em S. Tomé e Príncipe (Agência de apoio ao desenvolvimento, 2001), Poderes e quotidiano nas roças de S. Tomé e Príncipe nos finais de Oitocentos a meados de Novecentos (SPI, 2002), Órfãos da Raça: europeus entre a fortuna e a desventura no S. Tomé e Príncipe colonial (Instituto Camões, 2002), Desterro e contrato. Moçambicanos a caminho de Moçambique anos 1940 a 1960 (Arquivo Histórico de Moçambique, 2003), O sul da diáspora. Caboverdianos em plantações em S. Tomé e Príncipe (Presidência de Cabo Verde, 2003) e A misericórdia na voragem das ilhas. Fragmentos da trajectória das Miisericórdias de S. Tomé e Príncipe (SPI, 2003).

Música em Fevereiro



The Logadogue Swing Project é um projecto musical de Swing/Jazz acústico, formado no Verão de 2008, no objectivo de recrear o espírito e sonoridade do Swing, com um dueto de guitarras. The Logadogue Swing Project é composto por Nuno Castelo (guitarra solo) e Luís Cansadinho (guitarra ritmo).

Nuno Castelo tem tocado na última década em vários e distintos projectos, até se dedicar profissionalmente à guitarra Jazz e guitarra clássica, actuando frequentemente a solo com o seu repertório clássico e como músico convidado em projectos de Jazz e Blues. Luís Cansadinho tem actuado em diversos projectos de Rock, Fusão e Acústico. Até recentemente se dedicar profissionalmente aos The Logadogue Swing Project.

The Logadogue Swing Project é composto por temas originais e temas standard Jazz, que achamos serem os que representam melhor a sonoridade e a técnica que queremos explorar, desenvolver e divulgar. Entre esses temas estão composições de Stochelo Rosenberg (Trio Rosenberg) e Joscho Stephan, ambos muito influenciados pela mestria do grande D'Jango Reinheart. Mas as nossas referências e influências são vastas e abrangem estilos como a Bossa-Nova, o Blues, o Folk, o Jazz Manouche e claro o Swing. Deste modo, em duo acústico e munidos deste repertório e sonoridade, reunimos as condições que julgamos adequadas para podermos, facilmente, tocar em qualquer espaço, ou evento, e com as mínimas condições de logística necessárias a garantir o mínimo de qualidade sonora, e por sua vez criar o ambiente adequado a um evento cultural/musical.

Nova data do workshop de Feng Shui


O workshop de Feng Shui já tem nova data agendada, dia 14 de Março.

(para mais informações clica aqui.)

Programa de Fevereiro

Dia 6, sexta-feira, às 22:00 horas – Inauguração da exposição Penas pela Pele e pelo Pêlo, por Eduardo Dias.


Nascido em Setúbal em 1982, frequentou a Escola Superior de Teatro e Cinema entre 2000 e 2006. Trabalhou como actor em várias companhias pelo país, tendo já encetado o trabalho de encenação e dirigido várias oficinas de iniciação teatral.


Esta exposição nasce da necessidade de cuidar do passado. Abrir as gavetas sacudir o pó e trazer para a luz as sombras traçadas a carvão ou a tinta. São apenas desenhos mas também são histórias, pessoas e animais.

Histórias de penas por e cumpridas, pessoas animais e animais pessoas, traçadas apenas a lapiseira ou a caneta conforme as suas (ou as minhas) penas. E porque a traço de pena também se escreve, e porque só no ensaio se firma o actor e se desnudam as suas camadas do esboço à obra, a mancha caligráfica é igualmente despida sob a forma de um breve ensaio.

Só pela sombra se desenha a luz.


Dia 13, sexta-feira, às 20:00 horas – Jantar Cultural, com Renato Epifânio, sobre O Futuro da Lusofonia.

Renato Epifânio é Membro do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira e da Direcção da Associação Agostinho da Silva; Secretário-Executivo da Comissão das Comemorações do seu Centenário; investigador na área da "Filosofia em Portugal", com dezenas de estudos publicados. Tem Licenciatura e Mestrado em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; doutorou-se, na mesma Faculdade, com a dissertação Fundamentos e Firmamentos do pensamento português contemporâneo: uma perspectiva a partir da visão de José Marinho (IN-CM, no prelo). É autor das obras Visões de Agostinho da Silva (Zéfiro, 2006), A Via Aberta do Pensamento Português Contemporâneo (Zéfiro, no prelo) e Repertório da Bibliografia Filosófica Portuguesa (Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2007), já em parte publicado na Philosophica, Revista do Departamento de Filosofia da F.L.U.L. Partilha, com Paulo Borges e Celeste Natário, a Direcção da Revista Nova Águia, sendo o Director da colecção com o mesmo nome na Zéfiro. Faz ainda parte da Comissão Coordenadora do MIL: Movimento Internacional Lusófono.

Dia 20, sexta-feira, às 21:30 horas – Viagem ao fundo das consciências, a escravatura na época moderna, por Maria do Rosário Pimentel.


Maria do Rosário Pimentel licenciou-se em História em 1977, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Em 1979, iniciou a sua carreira universitária no Instituto de História e Teoria das Ideias da mesma Faculdade, transitando em 1980 para a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde actualmente é professora do Departamento de Estudos Portugueses. A 27 de Junho de 1990, prestou provas de doutoramento com a dissertação Escravismo e Antiescravismo em Portugal. Percurso e Problemática da Abolição. Como docente e investigadora, os seus trabalhos têm incidido nas áreas da História Cultural e das Mentalidades e da História das Ideias, no âmbito da Época Moderna.

Palestra sobre a escravatura moderna e, particularmente, sobre a do homem africano. Tráfico e escravidão, como práticas constantes, atravessaram a história da Humanidade sempre aliadas a razões que as sustentavam sem objecções e persistiram em todas as sociedades. Analisando o contexto europeu e colonial de então, bem como a especificidade do caso português.


Dia 21, sábado, às 22:00 horas – Concerto de The Logadogue Swing Project, com Nuno Castelo e Luís Cansadinho.


The Logadogue Swing Project é um projecto musical de Swing/Jazz acústico, formado no Verão de 2008, no objectivo de recrear o espírito e sonoridade do Swing, com um dueto de guitarras. The Logadogue Swing Project é composto por Nuno Castelo (guitarra solo) e Luís Cansadinho (guitarra ritmo).

Nuno Castelo tem tocado na última década em vários e distintos projectos, até se dedicar profissionalmente à guitarra Jazz e guitarra clássica, actuando frequentemente a solo com o seu repertório clássico e como músico convidado em projectos de Jazz e Blues. Luís Cansadinho tem actuado em diversos projectos de Rock, Fusão e Acústico. Até recentemente se dedicar profissionalmente aos The Logadogue Swing Project.

The Logadogue Swing Project é composto por temas originais e temas standard Jazz, que achamos serem os que representam melhor a sonoridade e a técnica que queremos explorar, desenvolver e divulgar. Entre esses temas estão composições de Stochelo Rosenberg (Trio Rosenberg) e Joscho Stephan, ambos muito influenciados pela mestria do grande D'Jango Reinheart. Mas as nossas referências e influências são vastas e abrangem estilos como a Bossa-Nova, o Blues, o Folk, o Jazz Manouche e claro o Swing. Deste modo, em duo acústico e munidos deste repertório e sonoridade, reunimos as condições que julgamos adequadas para podermos, facilmente, tocar em qualquer espaço, ou evento, e com as mínimas condições de logística necessárias a garantir o mínimo de qualidade sonora, e por sua vez criar o ambiente adequado a um evento cultural/musical.


Dia 27, sexta-feira, às 20:00 horas – Jantar Cultural, com Isabel Guerra, sobre A Qualidade de Vida na Cidade.


Isabel Guerra, tirou o Curso Superior de Serviço Social em 1970, no Instituto Superior de Serviço Social. Licenciou-se em Sociologia em 1981, no Instituto de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e iniciando no mesmo ano a sua carreira universitária, no mesmo Instituto. Em 1991, prestou provas de doutoramento em Sociologia, na Universidade François Rabelais, Tours, em França. Desde 1996, desempenha o cargo de Coordenadora Cientifica da Licenciatura em Serviço Social da Universidade Católica Portuguesa, passando a Professora Catedrática em 2001 do mesmo. Prestou provas de Agregação, no Instituto de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE). Como docente e investigadora, os seus trabalhos têm incidido nas áreas da Sociologia urbana e do habitat, Planeamento e Avaliação de Processos de Desenvolvimento e Educação Multicultural.

A cidade reflecte o esquema de organização da sociedade, os seus projectos, os seus conflitos, as suas contradições, como, também, as suas opções sociais e políticas. Nesse sentido, é preciso perceber qual é o confronto entre aquilo que está a mudar ao nível da sociedade e qual o impacto na cidade. O espaço público é a sala de estar de uma comunidade e reflecte o bom ambiente ou o ambiente difícil da família. Isto não consiste em dar ao espaço uma dimensão de efeito apenas. O espaço tem também efeitos estruturantes nas condições de interacção entre as pessoas e nos modos de vida, e é nesse sentido que a intervenção sobre a cidade, é também intervenção sobre o projecto colectivo.

Dia 28, sábado, às 22:00 horas – Leitura e divulgação da obra de J. J. Sobral por António Galrinho, Poesia Erótico Pornográfica Humorística.


A obra homenageia alguns dos poetas portugueses que mais se dedicaram e divulgaram o género porno-erótico. Embora fazendo uso do calão e da linguagem vernácula, o erotismo e a pornografia são abordados de forma humorada e bem-disposta. Após a leitura de alguns poemas, haverá diálogo sobre este género literário, tantas vezes "problemático e obscuro". O livro estará à venda a um preço reduzido. A sessão não é aconselhável a menores de 18 anos.

Che Guevara, um Mito

Dia 16, sexta-feira, às 20:00 horas

Jantar Cultural sob o tema Che Guevara, um Mito , com Dra. Anita Vilar.

Passaram mais de 40 anos sobre o assassinato de Ernesto Guevara, o Che, mas o mito mantém-se e surge-nos sob os mais diferentes objectos que vão das t-shirt’s, aos porta-cheves, aos copos e canecas, às tatuagens, aos posters, aos bonés, às bandeiras e isto sucede em todo mundo.
A partir deste dado, tenta-se explicar os factores que estiveram implicados na criação do mito, as razões porque se mantém tão vivo, sobretudo, entre a juventude. E a pergunta que se coloca a seguir é se Che é mesmo e só um mito ou se ele significa muito mais que isso e daí as tentativas que são feitas para o desvalorizar em termos do revolucionário e do político que, de facto, foi.


Anita Vilar, médica psiquiatra, com vários trabalhos publicados na área da Psiquiatria.
Foi durante 12 anos Directora do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital de S. Bernardo de Setúbal, tendo deixado o cargo quando se reformou em 2004.

É actualmente membro da Assembleia Distrital de Setúbal da Ordem dos Médicos.
Exerce o cargo de Presidente da Associação de Direito e Justiça de Setúbal.

Programa da Academia Problemática e Obscura de Janeiro de 2009



Dia 8, quinta-feira, a partir das 22:00 horas
– Inauguração da exposição Fragmentos de tempo em compasso de espera de Mónica Santos.


Fragmentos de tempo em compasso de espera – Já alguma vez o teu olhar deambulou e se prolongou num pedaço de espaço, imprimindo em ti a sensação de ausência de tempo? Já alguma vez te perdeste num momento e descobriste que não estás confinado ao espaço?
São esses fragmentos, esses contextos triviais, experienciados através de fotografias, pinturas e desenhos que compõem esta exposição.


Mónica dos Santos, aventureira plástica por recreação e fascínio, estudou Design de Comunicação em Aveiro mas acabou por se licenciar no curso de professores do Ensino Básico, variante de Educação Visual e Tecnológica na ESE de Setúbal.


Dia 9, sexta-feira, às 22:00 horas – Apresentação do álbum Sol nas Veias,
de Alexandra Boga.


Sol nas Veias é o álbum de estreia de Alexandra Boga, cantora e compositora açoriana, que teve como inspiração para este seu trabalho a música tradicional açoriana, música
world e música portuguesa. As letras retratam, por vezes, cenários ilhéus, e também recantos imaginários que representam o sentimento e a natureza humana, assuntos que
tomam forma através de uma sonoridade onde a voz é o instrumento principal, acompanhada de instrumentos tradicionais como o bandolim, o adufe e a Viola da Terra.


Dia 16, sexta-feira, às 20:00 horas – Jantar Cultural sob o tema Che Guevara, um Mito , com Dra. Anita Vilar.

Passaram mais de 40 anos sobre o assassinato de Ernesto Guevara, o Che, mas o mito mantém-se e surge-nos sob os mais diferentes objectos que vão das t-shirt’s, aos porta-cheves, aos copos e canecas, às tatuagens, aos posters, aos bonés, às bandeiras e isto sucede em todo mundo.
A partir deste dado, tenta-se explicar os factores que estiveram implicados na criação do mito, as razões porque se mantém tão vivo, sobretudo, entre a juventude. E a pergunta que se coloca a seguir é se Che é mesmo e só um mito ou se ele significa muito mais que isso e daí as tentativas que são feitas para o desvalorizar em termos do revolucionário e do político que, de facto, foi.


Anita Vilar, médica psiquiatra, com vários trabalhos publicados na área da Psiquiatria.
Foi durante 12 anos Directora do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital de S. Bernardo de Setúbal, tendo deixado o cargo quando se reformou em 2004.

É actualmente membro da Assembleia Distrital de Setúbal da Ordem dos Médicos.
Exerce o cargo de Presidente da Associação de Direito e Justiça de Setúbal.




Dia 23, sexta-feira, às 21:30 horas – Projecção do Filme NU BAI — O rap

negro de Lisboa de Otávio Raposo, Portugal, 2006, 65’ com a presença do realizador para debate acerca do filme.


Sinopse:

Cova da Moura, Arrentela e Porto Salvo. O rap negro da periferia forma um cordão à volta de Lisboa. Para apontar o dedo ao racismo, à exclusão, à violência policial, à pobreza. Vida de preto. "Hip hop é intervenção. Não quero ninguém a dancar, mas a pensar", diz Jorginho, um dos oito rappers entrevistados. Este documentário ouve o canto, solta a voz, não reprime os sonhos, os desabafos, o desejo de vingança, o diálogo-monólogo quase surreal. "Eu sonhei que estava a voar na Pedreira dos Húngaros." O som do beat box e poesia em crioulo a reinventar a vida, para que um dia tenham o seu Malcolm X, os seus Panteras Negras. É o futuro. O hip hop é a arma.


Otávio Raposo é sociólogo (ISCTE/CRIA), nascido no Brasil, vive em Lisboa há oito anos, onde se licenciou na FCSH – Universidade Nova de Lisboa. Estava a concluir a licenciatura

quando iniciou as filmagens do filme NU BAI – O rap negro de Lisboa.

As pesquisas sobre temas relacionados com as culturas juvenis

motivaram-no a fazer um documentário sobre o rap, e intensificaram

o seu envolvimento com a Antropologia Visual. Finalizou o Mestra-

do em Antropologia Urbana no ISCTE, “Representa Red Eyes Gang:

das redes de amizade ao hip hop” e é sociólogo da Comunidade

Vida e Paz – Instituição de Apoio aos Sem Abrigo.



Dia 30 de Janeiro às 20h - Jantar Cultural com Luís Raposo sob o tema Plataforma pelo Património Cultural - uma urgência para Portugal?

Luís Raposo é Director do Museu Nacional de Arqueologia, director d' "O Arqueólogo Português", autor de "A Linguagem das Coisas: Ensaios e Crónicas de Arqueologia", com António Carlos Silva (Europa-América:1996), "Pré-História de Portugal", com Armando Coelho da Silva e Carlos Tavares da Silva (Universidade Aberta:1993) e "Non-Flint Stone Tools and the Palaeolithic Occupation of the Iberian Peninsula", com N. Moloney e Manuel Santonja (Tempus Reparatum). Pré-historiador, antigo docente da Unervidade Lusíada, publicoiu inúmeros artigos científcos, cronista habitual na comunicação social, é uma das vozes mais respeitadas na opinião pública sobre Património Cultural em Portugal.



Dia 31, sábado, das 9:30 ás 13:00 horas e das 14:30 ás 18:00 horas Workshop de Feng Shui, leccionado pela Dra. Mara Monteiro.


O workshop irá proporcionar uma nova perspectiva em relação ao espaço habitado. Este será abordado como um organismo energético que responde aos mesmos princípios do corpo energético humano e que facilmente afecta o bem-estar de quem o habita.

Através do entendimento de algumas noções básicas de Feng Shui, o habitante pode manipular a energia da sua casa de forma a torná-la mais favorável, assim como fica com uma impressionante ferramenta de auto-conhecimento ao reconhecer a sua casa como um reflexo da sua condição pessoal.


As inscrições são limitadas, no máximo 15 pessoas e terá o valor de 30€.

Workshop de Feng Shui


No Sábado dia 14 de Março irá ocorrer um Workshop de Feng Shui na Academia Problemática e Obscura.

A formação ficará a cargo da Dra. Mara Monteiro.

O workshop irá proporcionar uma nova perspectiva em relação ao espaço habitado. Este será abordado como um
organismo energético que responde aos mesmos princípios do corpo energético humano e que facilmente afecta o bem-
estar de quem o habita.

Através do entendimento de algumas noções básicas de Feng Shui, o habitante pode manipular a energia da sua
casa de forma a torná-la mais favorável, assim como fica com uma impressionante ferramenta de auto-conhecimento ao
reconhecer a sua casa como um reflexo da sua condição pessoal.


Programa

Chi e Yin-Yang
Ordem da Natureza
Gestão da energia Chi
Yin-Yang

As Cinco Transformações e o Ba Gua
Ciclo Shen e Ciclo Ko
Lo Shu
8 Trigramas

Forma
Os cinco animais
Aplicação a várias escalas – da envolvente urbana ao mobiliário.
Chi cortante

8 Direcções
Aplicação do Ba Gua na casa
O centro
As falhas e as extensões
A porta de entrada
Orientações para dormir

Exercícios Práticos


Horário:
Inicia-se das 9h30 ás 13h, e continuará das 14h30 ás 18h.

As inscrições são limitadas, e podem ser efectuadas através do nº 963883143 ou do e-mail primafolia@gmail.com.
O Workshop terá o valor de 30€.

Sabemos de que lado estamos!


Nota de Imprensa


Prima Folia – Cooperativa Cultural, CRL




Na reunião da Câmara Municipal de Setúbal de dia 10 de Dezembro de 2008, por votação contra dos Ex.mos Senhores Vereadores do Partido Social Democrata e do Partido Socialista, a autarquia deixou de apoiar financeiramente a Associação dos Cidadãos pela Arrábida e Estuário do Sado.

Tal decisão acarreterá, certamente, o abandono da sede, conforme foi transmitido pela Ex.ma Senhora Presidente da ACPAES à Comunicação Social. Tal instituição, herdeira de um movimento de cidadania com uma década de existência criado para travar a co-incineração no Parque Natural da Arrábida, é a mais importante instituição associativa ambientalista local, que visa a defesa instransigente das boas condições ambientais nesta região, o que se converte numa exigência de boas condições condições de saúde e de vida para a comunidade setubalense.

No comunicado, transmitido pela Ex.ma Senhora Presidente da ACPAES à Comunicação Social, faz referência ao facto de existirem Ex.mos Senhores Vereadores dos dois referidos partidos com lugares de gestão e direcção na Portucel e Secil, empresas essas que têm sido alvo do escrutínio fino por parte desta associação ambientalista local. Tal, a verificar-se ser verdadeiro, o que não nos parece possível, muito nos deve fazer reflectir e apelamos às respectivas forças políticas que daí se tirem as devidas consequências e haja um rápido esclarecimento da opinião pública sobre este tema. Seja como for, não cremos que tal corresponda ou comprometa as reais posições dos militantes do Partido Social Democrata e do Partido Socialista, forças políticas com grande responsabilidade na sociedade portuguesa.

Assim sendo cumpre-nos:

- Em primeiro lugar, agradecer o seu trabalho voluntário e incansável da Associação dos Cidadãos pela Arrábida e Estuário do Sado, bem como oferecer o apoio solidário nesta hora difícil;

- Em segundo, disponibilizar o espaço da "Academia Problemática e Obscura" para as reuniões da dita instituição nesta fase de transição;

- Em terceiro, demonstrar-nos disponíveis para auxiliar a dita associação a encontrar soluções futuras sustentáveis;

- Em quarto, apelar ao movimento associativo local, que se empenhe e se junte a esta cooperativa cultural nesta sua preocupação solidária face à relevante utilidade pública da Associação dos Cidadãos pela Arrábida e Estuário do Sado que não pode ser esquecida.



Setúbal, 14 de Dezembro de 2008.

José Luís Neto

Presidente da Direcção da

Prima Folia – Cooperativa Cultural, CRL.







Vereadores Catarino Costa (PS) e Paulo Valdez (PSD) acusados de misturarem os interesses das companhias que dirigem com as posições dos seus partidos políticos.