Um pertinente olhar pela cultura e tradição cigana, em que Kusturica aproveita para abordar questões sempre importantes, como as crises da adolescência e a sua passagem para o mundo dos adultos, com a natural destruição dos sonhos de criança. Com este filme, que tem a particularidade de ser o primeiro a ser integralmente falado na língua cigana.
Alteração na programação!
21 de Outubro
Sexta-feira 21h30O Debate que estava agendado para hoje teve de ser adiado. Motivo alheio pelo que pedimos a vossa compreensão.
Sendo assim, HOJE às 21h30,
haverá mais um filme do ciclo "Cinema com Causas".
O filme a ser apresentado hoje será o "THE SHOCK DOCTRINE" baseado no livro homónimo de Naomi Klein, realizado por Mat Whitecross e Michael Winterbottom autores de "A caminho de Guantánamo". Até logo
Outubro n'Academia Problemática e Obscura
6 de Outubro
Jantar Cultural e Debate
Francisco Fanhais e João da Ilha tocam as suas músicas e falam-nos sobre as estórias e histórias das suas canções.
Quinta-feira 21h30
Ciclo de Cinema "Kusturica, as primeiras obras" :
Ciclo de Cinema "Kusturica, as primeiras obras" :
"Lembras-te de Dolly Bell?"
"Sjecas li se, Dolly Bell" 1981 - 105min
(Leão de Ouro Veneza 1981)
Sinopse:
Na Jugoslávia dos anos 60 ao som da música rock, a descoberta do amor, do sexo e do caminho para o comunismo através da hipnose. Na Jugoslávia dos anos 60, sob a mão-de-ferro de Tito, Dino é um adolescente que vive atormentado pelos sermões comunistas do pai, dos quais se liberta através do cinema, rock e hipnose, que acha bem mais interessantes que os ensinamentos marxistas. Entoando diariamente um mantra e acreditando no poder da auto-sugestão, ele entra no mundo dos criminosos suburbanos de Sarajevo e apaixona-se pela prostituta que foi encarregue de proteger, Dolly Bell.
Na sua primeira longa-metragem, galardoada com o Leão de Ouro em Veneza, Emir Kusturica põe já em cena os temas sociais e o delírio visual que se tornaram o traço fundamental da sua obra. É um início de carreira surpreendente: não será apenas este rapaz de dezasseis anos que não conseguirá esquecer Dolly Bell.Na Jugoslávia dos anos 60 ao som da música rock, a descoberta do amor, do sexo e do caminho para o comunismo através da hipnose. Na Jugoslávia dos anos 60, sob a mão-de-ferro de Tito, Dino é um adolescente que vive atormentado pelos sermões comunistas do pai, dos quais se liberta através do cinema, rock e hipnose, que acha bem mais interessantes que os ensinamentos marxistas. Entoando diariamente um mantra e acreditando no poder da auto-sugestão, ele entra no mundo dos criminosos suburbanos de Sarajevo e apaixona-se pela prostituta que foi encarregue de proteger, Dolly Bell.
7 de Outubro Sexta-feira 20h
Jantar Cultural e Debate
"A Revolta do Médio Oriente" com o jornalista Rui Araújo
Rui Araújo nasceu em Lisboa. Trabalha actualmente na TVI onde lançou, em Janeiro deste ano, a reportagem “Abutres”, que “revela aos portugueses a realidade de um país de corruptos, de gatunos, de vigaristas e de bandalhos, que se ocupam a lapidar os dinheiros públicos sem mais aquela. Esta extraordinária reportagem é emblemática do estado da Nação, um país podre, velhaco e em que a classe dirigente vive do esburgar descarado aos desgraçados que trabalham e sustentam esta parafernália de sanguessugas”.
Foi correspondente da RTP e da ANOP em Paris antes de integrar a equipa do programa Grande Reportagem – foi o primeiro jornalista português a entrar em Timor depois da invasão indonésia. Em 1967, participou na investigação do "Irangate" para a CBS News. Colaborou também na UPI, RFI, TSF, no Expresso, n'O Jornal e na revista Grande Reportagem - de que é co-fundador. Membro do International Consortium of Investigate Journalists, é colaborador do jornal Público e Le Point. Tem nove prémios de jornalismo. É autor de um livro sobre Timor e dos romances policiais “À Queima-Roupa” e “Lisbon Killer”, “A amante fatal”, “O Império dos espiões”, “Os náufragos do amor” e “Diário secreto que Salazar não leu”. Sonha com uma volta ao mundo de veleiro pelos cabos míticos.
Inscrições para jantar: 963683791/969791335
Jantar: 10 folias
8 p/ folius divinus
Iniciativa do Grupo Tertúlia e Liberdade com José Luís Félix.
EXIBIÇÃO DO FILME SOBRE A CRISE "INSIDE JOB", DIA 14, A PARTIR DAS 21h. EM SETÚBAL, NA COOPERATIVA PRIMA FOLIA COM DEBATE SOBRE A CRISE, SUA ORIGEM, OS SEUS RESPONSÁVEIS E SAÍDAS FORA DAS PROMESSAS POLÍTICAS E DOS SACRIFÍCIOS DO POVO.
Nasci num país onde a esperança, o riso e a alegria de viver são mais fortes que noutro sítio qualquer. O mal também. Ou se é criminoso ou vítima.
-Emir Kusturica
Sinopse:
Exuberante e comovente retrato da Jugoslávia na década de 50 vista pelos olhos do pequeno Malik, o filme tem lugar durante o período do Informbiro, quando a Jugoslávia corta relações com a União Soviética. Nesta época, ao mesmo tempo que o país tenta resistir às pressões de Estaline, muitas pessoas são deportadas pela polícia política na sequência de protestos contra o governo. Só que o pai de Malik é preso por motivos menos nobres: a descoberta do seu romance com a mulher de um funcionário do Partido. Acreditando que o pai está em viagem de negócios, Malik terá que enfrentar, sem ele, várias atribulações.
Rui Araújo nasceu em Lisboa. Trabalha actualmente na TVI onde lançou, em Janeiro deste ano, a reportagem “Abutres”, que “revela aos portugueses a realidade de um país de corruptos, de gatunos, de vigaristas e de bandalhos, que se ocupam a lapidar os dinheiros públicos sem mais aquela. Esta extraordinária reportagem é emblemática do estado da Nação, um país podre, velhaco e em que a classe dirigente vive do esburgar descarado aos desgraçados que trabalham e sustentam esta parafernália de sanguessugas”.
Foi correspondente da RTP e da ANOP em Paris antes de integrar a equipa do programa Grande Reportagem – foi o primeiro jornalista português a entrar em Timor depois da invasão indonésia. Em 1967, participou na investigação do "Irangate" para a CBS News. Colaborou também na UPI, RFI, TSF, no Expresso, n'O Jornal e na revista Grande Reportagem - de que é co-fundador. Membro do International Consortium of Investigate Journalists, é colaborador do jornal Público e Le Point. Tem nove prémios de jornalismo. É autor de um livro sobre Timor e dos romances policiais “À Queima-Roupa” e “Lisbon Killer”, “A amante fatal”, “O Império dos espiões”, “Os náufragos do amor” e “Diário secreto que Salazar não leu”. Sonha com uma volta ao mundo de veleiro pelos cabos míticos.
Inscrições para jantar: 963683791/969791335
Jantar: 10 folias
8 p/ folius divinus
14 de Outubro Sexta-feira 21h30
EXIBIÇÃO DO FILME SOBRE A CRISE "INSIDE JOB", DIA 14, A PARTIR DAS 21h. EM SETÚBAL, NA COOPERATIVA PRIMA FOLIA COM DEBATE SOBRE A CRISE, SUA ORIGEM, OS SEUS RESPONSÁVEIS E SAÍDAS FORA DAS PROMESSAS POLÍTICAS E DOS SACRIFÍCIOS DO POVO.
A Tertulia Liberdade (www.tertulialiberdade.blogspot.com) vai exibir em 14 do corrente , sexta-feira,o filme "Inside Job", a partir das 21H.,sobre os meandros da crise e legendado em português, na Cooperativa Prima Folia, situada em Setúbal, na Rua Fran Pacheco, 168, no centro da cidade. A exibição do filme será seguida de debate.
Temos o prazer de @ convidar a participar nesta sessão que, face à actualidade do tema e a posição da nossa Tertúlia, decerto conduzirá a um serão animado e ao apontar de caminhos que descubram uma saída para a armadilha em que as populações se vêm envolvidas.
O filme denuncia de forma clara as manigâncias dos senhores da banca, do capital e do estado, através de factos, entrevistas e documentalmente. Vendo este filme percebe-se como são feitas as negociatas dos produtos futuros, derivados e outros, como o dinheiro é sacado para benefício dos grandes comerciantes do dinheiro, os banqueiros e outros. E como as populações pagam tudo isso. Fica claro como surgiu a crise de 2008, paga pelos estados com os nossos impostos. E que hoje, novamente os mesmos peritos na fraude, com o apoio dos diversos estados, nos saqueiam quanto podem para socorrer os bancos e congéneres.
Queremos debater tudo isto, perceber as causas e descobrir caminhos novos para saídas reais. Sem promessas políticas ou de outra ordem.
20 de Outubro
Quinta-feira 21h30
Ciclo de Cinema "Kusturica, as primeiras obras" :
Ciclo de Cinema "Kusturica, as primeiras obras" :
"O Pai foi em viagem de negócios"
"Otac na Sluzbenom Putu" 1985 - 129min
(Palma de Ouro Cannes 1985)
Nasci num país onde a esperança, o riso e a alegria de viver são mais fortes que noutro sítio qualquer. O mal também. Ou se é criminoso ou vítima.
-Emir Kusturica
Sinopse:
Exuberante e comovente retrato da Jugoslávia na década de 50 vista pelos olhos do pequeno Malik, o filme tem lugar durante o período do Informbiro, quando a Jugoslávia corta relações com a União Soviética. Nesta época, ao mesmo tempo que o país tenta resistir às pressões de Estaline, muitas pessoas são deportadas pela polícia política na sequência de protestos contra o governo. Só que o pai de Malik é preso por motivos menos nobres: a descoberta do seu romance com a mulher de um funcionário do Partido. Acreditando que o pai está em viagem de negócios, Malik terá que enfrentar, sem ele, várias atribulações.
21 de Outubro
Sexta-feira 21h30
Palestra seguida de debate "António Sérgio e António Oliveira Salazar semelhanças e diferenças" por Tiago Apolinário Baltazar27 de Outubro Quinta-feira 21h30
Ciclo de Cinema "Kusturica, as primeiras obras" :
"O Tempo dos Ciganos"
"Dom za vesanje" 1989-142min
(Palma de Melhor Realizador para Emir Kusturica, Cannes 1989)
Sinopse:
28 de Outubro Sexta-feira 21h30
"À Conversa com a Música de Intervenção"
Francisco Fanhais e João da Ilha tocam as suas músicas e falam-nos sobre as estórias e histórias das suas canções.
Rentrée da Academia Problemática e Obscura!
2 de Setembro
Sexta-feira 20h
Jantar Cultural, conversa e debate com Fernando Dacosta
"Crise, Revoluções e o novo mundo que aí vem..."
9 de Setembro
Sexta-feira 21h30
Cinema com Causas!
Ainda sobre os 140 anos da Comuna de Paris.
Ainda sobre os 140 anos da Comuna de Paris.
Será projectada a versão reduzida (aprox. 2h) do filme La Commune (Paris, 1871), de Peter Watkins, é um filme-laboratório com mais de 200 actores (a maioria não-profissionais). La Commune explora os acontecimentos históricos da Primavera de 1871 em Paris, não numa perspectiva comemorativa, mas sim para levantar questões acerca do tempo presente, com particular incidência no papel dos mass media na nossa sociedade.
Jantar Cultural, conversa e debate com Vitor Ramalho
"Crise, Revoluções e o novo mundo que aí vem..."

Masterclass de jazz, bateria e percussão
16 de Setembro
Sexta-feira 20h
Jantar Cultural, conversa e debate com Vitor Ramalho
"Crise, Revoluções e o novo mundo que aí vem..."
23 de Setembro
Sexta-feira 21h

Masterclass de jazz, bateria e percussão
4º Aniversário da Prima Folia
3 de Agosto
Quarta-feira às 21h30
Contos urbanos e suburbanos, a partir de Historietas Psicotrópicas de João Escoto, pelo actor Rui Sousa.
4 de Agosto
Quinta-feira às 21h30
António Galrinho apresenta Guernica, de Pablo Picasso, seguido de A Multiculturalidade na Arte Contemporânea
Sexta-feira às 21h30
Alexandra Boga, canta-autora, vem fazer a apresentação ao vivo do seu mais recente trabalho musical, lançado em Novembro passado, intitulado “Azul Atlântico”.
6 de Agosto
Sábado às 20h

Jantar do IV aniversário da Prima Folia – Cooperativa Cultural, seguido da apresentação de O SUL – versão digital.
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A identidade setubalense sem tabus!
15 de Julho
Sexta-feira 19h
"A história é o mais perigoso produto jamais preparado pela química do intelecto. Provoca sonhos, inebria as nações, sobrecarrega-as com falsas reminiscências.", gritou Paul Valéry. Neste último “City Break”, a Academia Problemática e Obscura propõe uma visita à arqueologia, identidade e cultura periférica. Como interpretar a identidade setubalense?
Este percurso repleto de signos e símbolos será realizado por José Luís Neto, que não fugirá à controvérsia.
Ponto de encontro
15 de Julho, às 19h, na Biblioteca Pública Municipal de SetúbalContactos:
Visita + Jantar - 15 €
Visita - 5€ / Jantar - 10 € (8€ Folia Divina)
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Visita Guida
A Comuna de Paris
8 de Junho, às 20.00h
Ciclo dedicado aos 140 anos da Comuna de Paris
palestra de Álvaro Arranja
n'Academia Problemática e Obscura
A Comuna de Paris foi o primeiro governo operário da história, fundado em 1871 na capital francesa por ocasião da resistência popular ante à invasão alemã. A história moderna regista algumas experiências de regimes comunais, impostos como afirmação revolucionária da autonomia da cidade. A mais importante delas – a Comuna de Paris – veio da insurreição popular de 18 de Março de 1871.
Durante a guerra franco-prussiana, as províncias francesas elegeram para a Assembleia Nacional uma maioria de deputados monarquistas francamente favorável à capitulação ante a Prússia. A população de Paris, no entanto, opunha-se a essa política. Thiers, elevado à chefia do Gabinete conservador, tentou esmagar os insurrectos. Estes, porém, com o apoio da Guarda Nacional, derrotaram as forças legalistas, obrigando os membros do governo a abandonar precipitadamente a capital francesa, onde o comité central da Guarda Nacional passou a exercer sua autoridade. A Comuna de Paris – considerada a primeira República Proletária da história – adoptou uma política de carácter socialista, baseada nos princípios da Primeira Internacional. O poder comunal manteve-se durante cerca de 40 dias.
O seu fim revestiu-se de extrema crueldade. De acordo com a Barsa mais de 20.000 communards foram executados pelas forças de Thiers. O governo durou oficialmente de 26 de Março a 28 de Maio, enfrentando não só o invasor alemão como também as tropas francesas, pois a Comuna era um movimento de revolta ante o armistício assinado pelo governo nacional (transferido para Versalhes) após a derrota na Guerra Franco-Prussiana. Os alemães tiveram ainda que libertar militares franceses feitos prisioneiros de guerra, para auxiliar na tomada de Paris.
969791335
Esta Sexta-feira dia 6 na APO
Dia 6 de Maio
Sexta-feira às 20hJantar Cultural seguido de debate sobre o tema a Arquitectura do Sagrado
com Arq. Paulo Pisco
&
Inauguração da Exposição de pintura de Maria de Deus
«O desafio de projectar um espaço sagrado é intemporal. Não é hoje diferente de ontem como não será, com certeza, amanhã. Intemporal é também a necessidade do encontro humano com o divino, do Homem com Deus. Encontro esse que necessita de tempo e de espaço. Erigir uma Igreja é essa ambiciosa tentativa de criar um espaço atemporal num tempo que se torna espacial. Mas a ecclesia é a Comunidade reunida com Deus e o espaço construído encerra, em si, a vontade de representar a sua relação com o sagrado.»
Paulo Pisco a propósito da Nova Igreja do Faralhão em Setúbal
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