Dia 8, quinta-feira, a partir das 22:00 horas – Inauguração da exposição
Fragmentos de tempo em compasso de espera de
Mónica Santos.Fragmentos de tempo em compasso de espera – Já alguma vez o teu olhar deambulou e se prolongou num pedaço de espaço, imprimindo em ti a sensação de ausência de tempo? Já alguma vez te perdeste num momento e descobriste que não estás confinado ao espaço?São esses fragmentos, esses contextos triviais, experienciados através de fotografias, pinturas e desenhos que compõem esta exposição.Mónica dos Santos, aventureira plástica por recreação e fascínio, estudou Design de Comunicação em Aveiro mas acabou por se licenciar no curso de professores do Ensino Básico, variante de Educação Visual e Tecnológica na ESE de Setúbal.
Dia 9, sexta-feira, às 22:00 horas – Apresentação do álbum
Sol nas Veias,
de
Alexandra Boga.
Sol nas Veias é o álbum de estreia de Alexandra Boga, cantora e compositora açoriana, que teve como inspiração para este seu trabalho a música tradicional açoriana, músicaworld e música portuguesa. As letras retratam, por vezes, cenários ilhéus, e também recantos imaginários que representam o sentimento e a natureza humana, assuntos quetomam forma através de uma sonoridade onde a voz é o instrumento principal, acompanhada de instrumentos tradicionais como o bandolim, o adufe e a Viola da Terra.Dia 16, sexta-feira, às 20:00 horas – Jantar Cultural sob o tema
Che Guevara, um Mito , com
Dra. Anita Vilar.
Passaram mais de 40 anos sobre o assassinato de Ernesto Guevara, o Che, mas o mito mantém-se e surge-nos sob os mais diferentes objectos que vão das t-shirt’s, aos porta-cheves, aos copos e canecas, às tatuagens, aos posters, aos bonés, às bandeiras e isto sucede em todo mundo.A partir deste dado, tenta-se explicar os factores que estiveram implicados na criação do mito, as razões porque se mantém tão vivo, sobretudo, entre a juventude. E a pergunta que se coloca a seguir é se Che é mesmo e só um mito ou se ele significa muito mais que isso e daí as tentativas que são feitas para o desvalorizar em termos do revolucionário e do político que, de facto, foi.Anita Vilar, médica psiquiatra, com vários trabalhos publicados na área da Psiquiatria.
Foi durante 12 anos Directora do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital de S. Bernardo de Setúbal, tendo deixado o cargo quando se reformou em 2004.É actualmente membro da Assembleia Distrital de Setúbal da Ordem dos Médicos.
Exerce o cargo de Presidente da Associação de Direito e Justiça de Setúbal.Dia 23, sexta-feira, às 21:30 horas – Projecção do Filme
NU BAI — O rapnegro de Lisboa de
Otávio Raposo, Portugal, 2006, 65’ com a presença do realizador para debate acerca do filme.
Sinopse:
Cova da Moura, Arrentela e Porto Salvo. O rap negro da periferia forma um cordão à volta de Lisboa. Para apontar o dedo ao racismo, à exclusão, à violência policial, à pobreza. Vida de preto. "Hip hop é intervenção. Não quero ninguém a dancar, mas a pensar", diz Jorginho, um dos oito rappers entrevistados. Este documentário ouve o canto, solta a voz, não reprime os sonhos, os desabafos, o desejo de vingança, o diálogo-monólogo quase surreal. "Eu sonhei que estava a voar na Pedreira dos Húngaros." O som do beat box e poesia em crioulo a reinventar a vida, para que um dia tenham o seu Malcolm X, os seus Panteras Negras. É o futuro. O hip hop é a arma.Otávio Raposo é sociólogo (ISCTE/CRIA), nascido no Brasil, vive em Lisboa há oito anos, onde se licenciou na FCSH – Universidade Nova de Lisboa. Estava a concluir a licenciatura
quando iniciou as filmagens do filme NU BAI – O rap negro de Lisboa.
As pesquisas sobre temas relacionados com as culturas juvenis
motivaram-no a fazer um documentário sobre o rap, e intensificaram
o seu envolvimento com a Antropologia Visual. Finalizou o Mestra-
do em Antropologia Urbana no ISCTE, “Representa Red Eyes Gang:
das redes de amizade ao hip hop” e é sociólogo da Comunidade
Vida e Paz – Instituição de Apoio aos Sem Abrigo.
Dia 30 de Janeiro às 20h - Jantar Cultural com Luís Raposo sob o tema Plataforma pelo Património Cultural - uma urgência para Portugal?
Luís Raposo é Director do Museu Nacional de Arqueologia, director d' "O Arqueólogo Português", autor de "A Linguagem das Coisas: Ensaios e Crónicas de Arqueologia", com António Carlos Silva (Europa-América:1996), "Pré-História de Portugal", com Armando Coelho da Silva e Carlos Tavares da Silva (Universidade Aberta:1993) e "Non-Flint Stone Tools and the Palaeolithic Occupation of the Iberian Peninsula", com N. Moloney e Manuel Santonja (Tempus Reparatum). Pré-historiador, antigo docente da Unervidade Lusíada, publicoiu inúmeros artigos científcos, cronista habitual na comunicação social, é uma das vozes mais respeitadas na opinião pública sobre Património Cultural em Portugal.Dia 31, sábado, das 9:30 ás 13:00 horas e das 14:30 ás 18:00 horas –
Workshop de Feng Shui, leccionado pela
Dra. Mara Monteiro.O workshop irá proporcionar uma nova perspectiva em relação ao espaço habitado. Este será abordado como um organismo energético que responde aos mesmos princípios do corpo energético humano e que facilmente afecta o bem-estar de quem o habita.
Através do entendimento de algumas noções básicas de Feng Shui, o habitante pode manipular a energia da sua casa de forma a torná-la mais favorável, assim como fica com uma impressionante ferramenta de auto-conhecimento ao reconhecer a sua casa como um reflexo da sua condição pessoal.
As inscrições são limitadas, no máximo 15 pessoas e terá o valor de 30€.