Cinema e Debate Para Fechar o Ano n'Academia

23 de Dezembro
Sexta-feira 20h

"Of Amsterdam"

Documentário de Catarina Neves Ricci


About Art. About Politics. About Immigration. About Education. It's about Amsterdam.

"Através da vida e trabalho de seis pessoas de diferentes nacionalidades que estão instaladas em Amesterdão, o documentário retrata a "luta" de quem vive num panorama artístico "conturbado" devido à falta de subsídios e apoios do Estado."
in Expresso


Jantar, seguido da apresentação do Filme
Debate sobre  Imigração com a Realizadora Catarina Neves Ricci.

Jantar 10 folios
        8 p/ folius divinus 

  
Trailer aqui:
http://youtu.be/Br4wSSrHKzM


+Dezembro com Cinema Documental e Debate

15 de Dezembro
Quinta-feira 21h30

Apresentação do Documentário:

"DESAMARRAS  

Rostos do Rendimento Social de Inserção no Porto"

Para que serve o Rendimento Social de Inserção?
Financia a preguiça ou é uma medida socialmente útil e indispensável?
Que problemas e questões se levantam na vida de quem dele beneficia?
Estas são algumas das suas vozes.

Seguido de Debate com João Carlos Louçã um dos autores, e, Isabel Guerra.





23 de Dezembro
Sexta-feira 20h

"Of Amsterdam"

Documentário de Catarina Neves Ricci

About Art. About Politics. About Immigration. About Education. It's about Amsterdam.


Jantar, seguido da apresentação do Filme e 
Debate sobre  Imigração com a Realizadora Catarina Neves Ricci.

Esta Sexta!

9 de Dezembro                                                                 

Sexta-feira às 20h 

 Jantar - debate sobre

" Da crise e sua solução…",
                                                        com Joel Hasse Ferreira (PS)
 N' Academia Problemática e Obscura - Rua Fran Pacheco n.º 178

Marcações - 96 368 37 91/96 97 91 335
10 Folios/8 Folia Divina
Joel Hasse Ferreira é licenciado em Engenharia Civil e doutorado em Ciências de Gestão.  Deputado pelo PS desde 1983 `Assembleia da República e Parlamento Europeu. Professor Convidado da Universidade Nova de Lisboa onde coordena a área de comunicação institucional do Departamento de Ciências da Comunicação e rege a cadeira de Comunicação Empresarial. Professor Catedrático da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT), onde rege as cadeiras de Estratégia e Gestão Empresarial e de Socioeconomia Política do Espaço Lusófono. Professor Coordenador do ISTEC - (Instituto Superior de Tecnologias Avançadas), regendo Gestão Empresarial. Membro do Conselho Pedagógico e Cientifico do "master" em Gestão da Imagem, promovido com o apoio da Universidade Complutense (de Madrid) e com a colaboração da UNL (núcleo de prestação de serviços do DCC- FCSH). Membro da Direcção da APDC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações durante dois mandatos. Presidente do Conselho de Administração da EPUL - Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (1990-1992). Vogal do Conselho de Administração da EPUL (1986 - 1990). Administrador da Empresa do Jornal do Comércio (1975-77). Assistente do ISCTE - Instituto Superior de Ciências do Trabalho e Empresa (1976 - 1978), onde regeu Teoria Geral dos Sistemas de Gestão, co-regeu um Seminário sobre História do Pensamento Económico e presidiu à Assembleia de Representantes. Presidente do C. A. da Marblarte - Manufactura de Mármores Decorativos, SARL, em representação do IPE (1977 - 1981) e da Companhia de Seguros Império (1981 - 1983). Publicou Medidas Directas de Productividade e Comparações Inter-Europeia na Indústria e Confecção de Vestuário", Lisboa:INII, 1973(co autoria); "Quadro Comparativo e Evolução dos Sectores do Audiovisual e das Telecomunicações em Portugal e Contra Países Europeus", com Lopes da Silva, F. Rui Cadima, Graça Simões e P. J. Breusmann, C.E.C.C./INICT e Delimitação do Quadro do Audiovisual e das Telecomunicações, Lisboa:CECL/JNICT, 1991(co autoria), entre outros.

Para começar Dezembro.

2 de Dezembro                                                                 

Sexta-feira às 20h 

 

 Jantar - debate  " E a Revolução que não chega…"

 com Miguel Tiago (PCP)

n' Academia Problemática e Obscura - Rua Fran Pacheco n.º 178
Marcações - 96 368 37 91/96 97 91 335 - 10 Folios/8 Folia Divina
Miguel Tiago Crispim Rosado é licenciado em Geologia.  Deputado pelo PCP, na sua 2.ª legislatura, é membro da direcção do PCP de Lisboa, membro da comissão política nacional da JCP, pertencendo à comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República. Nesta sua 2.ª legislatura tem-se revelado um dos deputados mais inconformados com a evolução política e económica do país, bramindo dentro do hemiciclo, bem como fora dele, nas ruas, junto com os manifestantes. Ouvi-lo, nos turbulentos dias que aí vêm, é ter direito a ter de novo bússola dentro do corrente desnorte.

17 e 18 de Novembro - Cinema e Debate

17 de Novembro                                                 


Quinta-feira 21h30
Ciclo de Cinema "Viagem na História da República Checa"

“Kolya” 
(Kolja, Realizador: Zdeněk Svěrák, 1996)

O segundo vencedor desta lista de um Oscar para melhor filme estrangeiro traz-nos uma história mais leve, a relação entre uma criança Russa de cinco anos que dá vida à personagem principal, Kolya (Andrej Kalimon) e Franta Louka (Zdenek Sverák), um violoncelista demitido da Orquestra Filarmónica Checa que se dedica a tocar em funerais. Em troca de algum dinheiro Franta aceita um casamento arranjado com uma Russa. No entanto, pouco tempo após ela partir para a Alemanha Ocidental Franta ver-se-á a braços com o filho da sua dita “mulher”. Apesar dos problemas linguísticos entre os dois e da vida de Franta pouco dada à parentalidade a relação cresce. Como pano de fundo vemos as sombras de um regime prestes a mudar, onde um conformismo há muito parece ter-se instalado. Ignorar a realidade refugiando-se no campo ou tentando mostrar resistência em pequenos actos como não pendurar uma bandeira Soviética na janela parecem ser soluções para uma colaboração menos visível. Apesar de críticos como Andrew Horton de Kinoeye terem denunciado a vertente de “conto de fadas” do filme e o seu carácter nostálgico perante um regime que foi também ele brutal, a verdade é que “Kolya” retrata a vida de pessoas comuns que ironicamente se confrontam com o próprio inimigo numa versão infantil. O filme serve-nos também uma incrível banda sonora de música clássica, contendo nomes como Antonín Dvořak, Bedřich Smetana ou Felix Mendelssohn-Bartholdy.





18 de Novembro                                                                                                                                              

Sexta-feira às 21h30

“Para que serviram os Governos Civis?”

palestra de Manuel Macaísta Malheiros.
Manuel Luís Macaísta Malheiros assumiu o cargo de Governador Civil do Distrito de Setúbal, no período entre dia 27 de Novembro de 2009 e 30 de Junho de 2011. Nasceu a 27 de Agosto de 1940, em Alcácer do Sal, Distrito de Setúbal. Terminou a licenciatura na Faculdade de Direito de Lisboa em 1962 e, em 1963, foi admitido como Marketing Trainee da Fima-Lever (Filial da Unilever em Portugal). De 1963 a 1974 foi advogado em Lisboa, tendo cumprido, entre 1966 e 1968, uma comissão de serviço militar por imposição, na Guiné-Bissau. Em 1973, fez o exame de aptidão para Revisor Oficial de Contas, tendo sido inscrito na respectiva Ordem. A inscrição está, actualmente, suspensa. Um ano mais tarde, foi aprovado em concurso de provas públicas para Juiz de Direito. Depois da Revolução de Abril, exerceu vários cargos públicos tendo sido Ministro do Comércio Interno no V Governo Provisório. Além das funções judiciais em Portugal, que iniciou em 1976, desempenhou, também, funções nas instituições europeias, após ter sido aprovado nos respectivos concursos. Em 1986, foi nomeado Chefe de Divisão da Tradução Portuguesa do Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias. Foi assistente da Faculdade de Direito de Lisboa e, de 1987 a 2000, encarregado do Curso de “Introdução ao Direito Português” no Europa Institut da Universidade do Sarre – Alemanha. Entre 1991 e 2001, foi Presidente da Comissão Paritária do Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias; Presidente do Conselho de Redacção da Revista Terminologie et Traduction; membro da Comissão Paritária Comum às Instituições, da qual, entre 1998 e 2000, foi Presidente nomeado pelo Tribunal de Justiça. É membro de diversas associações, sendo fundador da Deutsch-Lusitanische Juristen Vereinigung e.V. – Heidelberg, da qual é co-presidente desde 1999. É Presidente da Assembleia Geral da Casa do Alentejo, em Lisboa. Pertence aos órgãos sociais da Liga Portuguesa dos Direitos do Homem – Civitas. Autor de diversas publicações na área do Direito, Manuel Macaísta Malheiros foi agraciado com as distinções honoríficas de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, de Commandeur de l’Ordre de Mérite (Luxemburgo) e de Director Honorário do Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias. Desempenhou funções no Tribunal Central Administrativo Sul como Juiz Desembargador.

Tertúlia e Debate com António Louçã

12 de Novembro                                                                 

Sábado às 20h

 "Portugal e a Alemanha Nazi

Jantar Cultural/Debate com António Louçã

Reservas p/ Jantar 10 (8 Folia Divina)
tlm: 96 368 37 91 / 96 979 1 335

António Louçã, nascido em 1955 é historiador e jornalista. Tem diversos livros publicados. Foi correspondente do "Diário Popular" em Madrid (1979); director da revista mensal "Versus"(1983-1987); Chefe de redacção de "Semana Informática" (1988-1989); Correspondente de "Semana Informática" em Berlim (1990-1995); editor da revista "História" (2000); Jornalista da RTP desde 2001. Actualmente é autor do programa "País em Memória" na RTP Memória. Venceu, com Sofia Leite, o Grande Prémio Gazeta 2008 de Jornalismo, com a reportagem para a RTP “A Lista de Chorin”. Tem o Mestrado em História Contemporânea de Portugal (2000).

Obras: "Negócios com os nazis. Ouro e outras pilhagens" (Lisboa: Fim de Século, 1997), "Hitler e Salazar. Comércio em tempos de guerra" (Lisboa, 2000), "Nazigold für Portugal" (Viena, 2002), "Portugal visto pelos nazis. Documentos. 1933-1945", Lisboa: Fim de Século, 2005 (em colaboração com Elsa Sertório), "Conspiradores e traficantes. Portugal no tráfico de armas e de divisas nos anos do nazismo. 1933-1945", Lisboa: Oficina do Livro, 2005 e "O segredo da Rua d’O Século. Ligações perigosas de um dirigente judeu com a Alemanha nazi (1935-1939)”, Lisboa: Fim de Século, 2007 (em co-autoria com Isabelle Paccaud).

Ciclo de Cinema de Novembro às Quintas na Academia Problemática e Obscura

Ciclo de Cinema "Viagem na História da República Checa"



Formando parte do coração da Europa, a presença do cinema Checo é quase inexistente em Portugal. No entanto, não só é a Escola de Cinema de Praga (conhecida como FAMU) uma das mais importantes da Europa, como também a sua indústria conta com anos de produção de qualidade. Num país com praticamente a mesma população de Portugal produzem-se à volta de vinte filmes por ano contando com uma presença evidente do público Checo nas salas de cinema. Com esta sessão esperamos dar a conhecer não só as características fundamentais do cinema Checo em todos os seus traços típicos e reconhecíveis, mas também uma viagem pela história da República Checa começando na Segunda Guerra Mundial e terminando com a entrada do país na União Europeia em 2004
Patrícia Paixão
 
 
 
3 de Novembro                                                                    
Quinta-feira 21h30 

Shop on Mainstreet – A Pequena Loja na Rua Principal” 
(Obchod na korze, Realizadores: Ján Kadár e Elmar Klos, 1965)

Sendo um dos filmes premiados deste conjunto (vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1967 e com uma nomeação para melhor actriz em 1967), representa também um clássico Checoslovaco. Embora o filme traga algumas polémica relativamente a que nação “mais” pertence (se à República Checa ou se à Eslováquia), a verdade é que este espelha a realidade não só de dois países mas da área que ocupa a Europa Central durante a Segunda Guerra Mundial. “A Pequena Loja na Rua Principal” conta-nos a história de Tono Brtko (Jozef Kroner), um homem de poucas ambições a quem lhe é oferecido a proposta, pelo seu cunhado, de “arianizar” a loja da senhora Lautmanová (Ida Kamińska), uma Judia idosa que vive sem medo do futuro incerto e com confiança no seu negócio. O filme lida com a incerteza de Tono, por um lado em tomar o partido da ideologia Nazi e ir de acordo com as espectativas da sua mulher e do seu cunhado, por outro, em aproveitar-se de uma idosa e do seu negócio para o seu proveito e segurança futura. No entanto, o cenário começa a mudar quando Tono descobre que o negócio não é tão lucrativo como pensa e quando uma relação se desenvolve entre os dois. O filme abre portas aos temas que se tornarão lugares comuns no cinema Checo, o anti-herói, um conflito existencial e a dualidade entre os pequenos dramas como metáforas para tragédias maiores.
 
Vê o trailer aqui:
 
 
10 de Novembro                                                                   

Quinta-feira 21h30

“Black Peter – O Ás de Espadas” 
(Černý Petr, Realizador: Miloš Forman, 1963)

“Black Peter” não é apenas a primeira longa-metragem de um realizador que apenas mais tarde se viria a consagrar nos Estados Unidos, é também um filme que assinala o início da “New Wave” Checa e dos “Dourados Anos 60”, de um conjunto de realizadores (Jiří Menzel, Vera Chytilová, Jaromír Jireš, ou Jan Němec) que demonstrariam a sua criatividade e experimentalismo até à chegada da Primavera de Praga e a invasão soviética de ‘68.  Seguimos assim os passos de um adolescente que pouco se interessa pelo trabalho numa mercearia arranjado pelo seu pai a “espiar” clientes. Petr (Ladislav Jakim) parece ainda menos interessado em seguir quaisquer expectativas que os pais tenham para ele, a sua dedicação intensifica-se em impressionar a rapariga dos seus sonhos. Com “Black Peter” surge-nos a compreensão que o interesse de cada jovem não será seguir as normas da sociedade, mas aproveitar os prazeres mundanos enquanto lhe é possível. Duas características parecem marcar este filme que mais tarde serão uma constante em Forman. Uma delas, a música sempre presente, que nos faz querer dançar e voltar aos anos 60, o rock ou twist, mesmo que ainda em Checo. A outra, a sinceridade que, apesar de nos ser requerido comportar ou dedicarmo-nos a preocupações maiores, aquilo que nos move, seja a música ou até uma paixão, será sempre mais forte. Sem dúvida, “Black Peter” far-nos-á rir e sorrir, em especial pela sua despreocupação e irreverência, mas também por um começo na constante rebeldia e desacordo com a autoridade de Forman.
http://youtu.be/ZeLw07-CtEg
17 de Novembro                                                                   

Quinta-feira 21h30

“Kolya” (Kolja, Realizador: Zdeněk Svěrák, 1996)
O segundo vencedor desta lista de um Oscar para melhor filme estrangeiro traz-nos uma história mais leve, a relação entre uma criança Russa de cinco anos que dá vida à personagem principal, Kolya (Andrej Kalimon) e Franta Louka (Zdenek Sverák), um violoncelista demitido da Orquestra Filarmónica Checa que se dedica a tocar em funerais. Em troca de algum dinheiro Franta aceita um casamento arranjado com uma Russa. No entanto, pouco tempo após ela partir para a Alemanha Ocidental Franta ver-se-á a braços com o filho da sua dita “mulher”. Apesar dos problemas linguísticos entre os dois e da vida de Franta pouco dada à parentalidade a relação cresce. Como pano de fundo vemos as sombras de um regime prestes a mudar, onde um conformismo há muito parece ter-se instalado. Ignorar a realidade refugiando-se no campo ou tentando mostrar resistência em pequenos actos como não pendurar uma bandeira Soviética na janela parecem ser soluções para uma colaboração menos visível. Apesar de críticos como Andrew Horton de Kinoeye terem denunciado a vertente de “conto de fadas” do filme e o seu carácter nostálgico perante um regime que foi também ele brutal, a verdade é que “Kolya” retrata a vida de pessoas comuns que ironicamente se confrontam com o próprio inimigo numa versão infantil. O filme serve-nos também uma incrível banda sonora de música clássica, contendo nomes como Antonín Dvořak, Bedřich Smetana ou Felix Mendelssohn-Bartholdy.
http://youtu.be/HfVSvI4fo-s

24 de Novembro                                                                   

Quinta-feira 21h30

“Czech Dream” (Český sen, Realizadores: Filip Remunda, Vít Klusák, 2004)
Com registos memoráveis no cinema documental “Czech Dream” tenta reavivar essa herança num filme de fim de curso realizado por dois estudantes da Escola de Praga. Aclamado por pessoas como o ex-Presidente Checo, actor e dramaturgo Václav Havel ou até por Michael Moore, o também chamado “Filme do Hipermercado” serve-nos uma espécie de reality show denunciando todas as técnicas de venda e consumismo cego, toda a “filosofia” que envolve as cadeias de supermercados. Filip Remunda e Vít Klusák servem-nos uma atrevida experiência. E que tal criar o nosso próprio supermercado? Informam-se de tudo o que é preciso, desde a imagem de managers, à publicidade, passando pela criação dos panfletos com preços absurdamente atractivos ou até à compreensão dos clientes das superfícies comerciais, chegando por fim ao dia de abertura... Tudo para criar o supermercado perfeito. A eles começam-se a juntar equipas de especialistas de renome interessadas pela experiência. No entanto, “Czech Dream” não existe apenas pela experiência em si e por aquilo que o supermercado representa, mas por todo o mecanismo que está por trás e que possibilita a ascensão e proliferação destas superfícies. O filme estreou-se no mesmo ano da entrada da República Checa para a União Europeia, gerando na altura algum debate, questionando a validação da entrada ou mesmo na aplicação do dinheiro para propaganda política. A abertura do filme diz tudo, contrastando uma época onde se formavam filas para obter comida para outra onde se fazem filas para a abertura de supermercados. Podemo-nos rir com o ridículo, mas não será ele tão real? 
 
Vê o trailer aqui:
http://youtu.be/cKFUuMr63EM

A Começar Novembro...

3 de Novembro                                                                   
Quinta-feira 21h30 

Ciclo de Cinema "Viagem na História da República Checa"


Formando parte do coração da Europa, a presença do cinema Checo é quase inexistente em Portugal. No entanto, não só é a Escola de Cinema de Praga (conhecida como FAMU) uma das mais importantes da Europa, como também a sua indústria conta com anos de produção de qualidade. Num país com praticamente a mesma população de Portugal produzem-se à volta de vinte filmes por ano contando com uma presença evidente do público Checo nas salas de cinema. Com esta sessão esperamos dar a conhecer não só as características fundamentais do cinema Checo em todos os seus traços típicos e reconhecíveis, mas também uma viagem pela história da República Checa começando na Segunda Guerra Mundial e terminando com a entrada do país na União Europeia em 2004
Patrícia Paixão 



Shop on Mainstreet – A Pequena Loja na Rua Principal” 
(Obchod na korze, Realizadores: Ján Kadár e Elmar Klos, 1965)

Sendo um dos filmes premiados deste conjunto (vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1967 e com uma nomeação para melhor actriz em 1967), representa também um clássico Checoslovaco. Embora o filme traga algumas polémica relativamente a que nação “mais” pertence (se à República Checa ou se à Eslováquia), a verdade é que este espelha a realidade não só de dois países mas da área que ocupa a Europa Central durante a Segunda Guerra Mundial. “A Pequena Loja na Rua Principal” conta-nos a história de Tono Brtko (Jozef Kroner), um homem de poucas ambições a quem lhe é oferecido a proposta, pelo seu cunhado, de “arianizar” a loja da senhora Lautmanová (Ida Kamińska), uma Judia idosa que vive sem medo do futuro incerto e com confiança no seu negócio. O filme lida com a incerteza de Tono, por um lado em tomar o partido da ideologia Nazi e ir de acordo com as espectativas da sua mulher e do seu cunhado, por outro, em aproveitar-se de uma idosa e do seu negócio para o seu proveito e segurança futura. No entanto, o cenário começa a mudar quando Tono descobre que o negócio não é tão lucrativo como pensa e quando uma relação se desenvolve entre os dois. O filme abre portas aos temas que se tornarão lugares comuns no cinema Checo, o anti-herói, um conflito existencial e a dualidade entre os pequenos dramas como metáforas para tragédias maiores.




4 de Novembro                                                                   
Sexta-feira 21h30


Jantar Cultural e Debate sob o Tema,
"O Círculo Cultural de Setúbal - 
História e Identidade da Cultura setubalense",
com José Maria Dias (Teatro Estúdio Fontenova) 
e José Luís Neto (Prima Folia)
Academia Problemática e Obscura - Rua Fran Pacheco n.º 178
Marcações para jantar - 96 368 37 91/96 97 91 335 - 
10 Folios/8 Folia Divina

Esta semana n'Academia Problemática e Obscura - Cinema e Música

27 de Outubro                                                                                                        Quinta-feira 21h30
Ciclo de Cinema "Kusturica, as primeiras obras" :
"O Tempo dos Ciganos"
"Dom za vesanje"  1989-142min 
(Palma de Melhor Realizador para Emir Kusturica,  Cannes 1989)

Sinopse:

Um pertinente olhar pela cultura e tradição cigana, em que Kusturica aproveita para abordar questões sempre importantes, como as crises da adolescência e a sua passagem para o mundo dos adultos, com a natural destruição dos sonhos de criança. Com este filme, que tem a particularidade de ser o primeiro a ser integralmente falado na língua cigana.


28 de Outubro                                                                                                     
 Sexta-feira 20h30
"À Conversa com a Música de Intervenção"

Francisco Fanhais e João da Ilha tocam as suas músicas e falam-nos sobre as estórias e histórias das suas canções.

Reservas p\ jantar: 96 368 37 91 / 96 97 91 335 / 91 765 01 77 / 93 481 55 95


Jantar-tertúlia sobre e com a Música de Intervenção com Francisco Fanhais e João da Ilha, dois compositores, de duas gerações, em confronto num país desnorteado...


Francisco Fanhais (Praia do Ribatejo, 17 de Maio de 1941), sacerdote e cantor português. Intérprete da música portuguesa de intervenção, Francisco Fanhais entrou para o seminário com dez anos e foi ordenado padre aos vinte e três. Através da música tornou-se expoente máximo dos católicos progressistas que, desde a célebre carta de D. António Ferreira Gomes, bispo do Porto, a Salazar, em 1958, se demarcavam progressivamente da ditadura. Emergiu na ribalta da música portuguesa após a participação no célebre programa de televisão Zip-Zip. Ainda em 1969 lança Cantilenas, o seu disco de estreia. Aparece na capa do primeiro numero da revista Mundo da Canção, editada em 19 de Dezembro de 1969. O seu álbum Canções da Cidade Nova é editado em 1970. A partir de poemas de Sophia de Mello Breyner, musicou Cantanta da Paz e Porque. Impedido de cantar, de exercer o sacerdócio e de leccionar nas escolas oficiais, emigra para França em 1971. Entretanto torna-se militante da LUAR, de Emídio Guerreiro. Regressa a Portugal após o 25 de Abril de 1974 e colabora nas campanhas de dinamização cultural do Movimento das Forças Armadas. Em 1975 é um dos participantes no disco República de José Afonso, gravado ao vivo em Itália. No disco Ao Vivo no Coliseu de José Afonso, aparece a fazer coros na canção Natal dos Simples. Em 1993 junta-se a Manuel e Pedro Barroso para apresentarem o espectáculo Encontro. Em 1995 recebeu a Ordem da Liberdade, por ocasião das comemorações do Dia de Portugal. A editora Strauss reeditou, em 1998, o disco Canções da Cidade Nova com o novo título de Dedicatória. A servir de capa foi colocado o manuscrito da dedicatória de José Afonso que aparecia na contracapa da edição original.
Discografia: Cantilenas (1969), Canções da Cidade Nova (1970), Corpo Renascido/Canção da Cidade Nova/Porque Descalça vai para a Fonte (EP, Zip-Zip), Dedicatória (Strauss, 1998) e Cantilena (EP, Orfeu) Cantilena/Juventude/Areia da Praia/Canção do Vento – Orfeu ATEP6325.

João Pedro Leonardo, ou João da Ilha, estará no cruzamento entre os sons do universo de inspiração Açoriano e as sonoridades recorrentes da Viagem por outras paragens do Mundo, está o lugar do João da Ilha… Tal como um Porto Insular, Infindável albergue de Canções, Poesias, Histórias, e Vidas do Incógnito Horizonte!

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Alteração na programação!

21 de Outubro                                                                                                   
Sexta-feira 21h30
O Debate que estava agendado para hoje teve de ser adiado. Motivo alheio pelo que  pedimos a vossa compreensão.

Sendo assim, HOJE às 21h30,
haverá mais um filme do ciclo "Cinema com Causas".

O filme a ser apresentado hoje será o "THE SHOCK DOCTRINE" baseado no livro homónimo de Naomi Klein, realizado por Mat Whitecross e Michael Winterbottom autores de "A caminho de Guantánamo". Até logo


Outubro n'Academia Problemática e Obscura

6 de Outubro                                                                                  
Quinta-feira 21h30 

Ciclo de Cinema "Kusturica, as primeiras obras" :

"Lembras-te de Dolly Bell?" 
"Sjecas li se, Dolly Bell" 1981 - 105min
(Leão de Ouro Veneza 1981)

Sinopse:
Na Jugoslávia dos anos 60 ao som da música rock, a descoberta do amor, do sexo e do caminho para o comunismo através da hipnose. Na Jugoslávia dos anos 60, sob a mão-de-ferro de Tito, Dino é um adolescente que vive atormentado pelos sermões comunistas do pai, dos quais se liberta através do cinema, rock e hipnose, que acha bem mais interessantes que os ensinamentos marxistas. Entoando diariamente um mantra e acreditando no poder da auto-sugestão, ele entra no mundo dos criminosos suburbanos de Sarajevo e apaixona-se pela prostituta que foi encarregue de proteger, Dolly Bell.
Na sua primeira longa-metragem, galardoada com o Leão de Ouro em Veneza, Emir Kusturica põe já em cena os temas sociais e o delírio visual que se tornaram o traço fundamental da sua obra. É um início de carreira surpreendente: não será apenas este rapaz de dezasseis anos que não conseguirá esquecer Dolly Bell.



7 de Outubro                                                                             Sexta-feira 20h 


Jantar Cultural e Debate 
"A Revolta do Médio Oriente" com o jornalista Rui Araújo


Rui Araújo nasceu em Lisboa. Trabalha actualmente na TVI onde lançou, em Janeiro deste ano, a reportagem “Abutres”, que “revela aos portugueses a realidade de um país de corruptos, de gatunos, de vigaristas e de bandalhos, que se ocupam a lapidar os dinheiros públicos sem mais aquela. Esta extraordinária reportagem é emblemática do estado da Nação, um país podre, velhaco e em que a classe dirigente vive do esburgar descarado aos desgraçados que trabalham e sustentam esta parafernália de sanguessugas”.

Foi correspondente da RTP e da ANOP em Paris antes de integrar a equipa do programa Grande Reportagem – foi o primeiro jornalista português a entrar em Timor depois da invasão indonésia. Em 1967, participou na investigação do "Irangate" para a CBS News. Colaborou também na UPI, RFI, TSF, no Expresso, n'O Jornal e na revista Grande Reportagem - de que é co-fundador. Membro do International Consortium of Investigate Journalists, é colaborador do jornal Público e Le Point. Tem nove prémios de jornalismo. É autor de um livro sobre Timor e dos romances policiais “À Queima-Roupa” e “Lisbon Killer”, “A amante fatal”, “O Império dos espiões”, “Os náufragos do amor” e “Diário secreto que Salazar não leu”. Sonha com uma volta ao mundo de veleiro pelos cabos míticos.

Inscrições para jantar: 963683791/969791335

Jantar: 10 folias
               8 p/ folius divinus


14 de Outubro                                                                             Sexta-feira 21h30 



Iniciativa do Grupo Tertúlia e Liberdade com José Luís Félix.


EXIBIÇÃO DO FILME SOBRE A CRISE "INSIDE JOB", DIA 14, A PARTIR DAS 21h. EM SETÚBAL, NA COOPERATIVA PRIMA FOLIA COM DEBATE SOBRE A CRISE, SUA ORIGEM, OS SEUS RESPONSÁVEIS E SAÍDAS FORA DAS PROMESSAS POLÍTICAS E DOS SACRIFÍCIOS DO POVO.
 
A Tertulia Liberdade (www.tertulialiberdade.blogspot.com) vai exibir em 14 do corrente , sexta-feira,o filme "Inside  Job", a partir das 21H.,sobre os meandros da crise e legendado em português, na Cooperativa Prima Folia, situada em Setúbal, na Rua Fran Pacheco, 168, no centro da cidade. A exibição do filme será seguida de debate.
 
Temos o prazer de @ convidar a participar nesta sessão que, face à actualidade do tema e a posição da nossa Tertúlia, decerto conduzirá a um serão animado e ao apontar de caminhos que descubram uma saída para a armadilha em que as populações se vêm envolvidas.
 
O filme denuncia de forma clara as manigâncias dos senhores da banca, do capital e do estado, através de factos, entrevistas e documentalmente. Vendo este filme percebe-se como são feitas as negociatas dos produtos futuros, derivados e outros, como o dinheiro é sacado para benefício dos grandes comerciantes do dinheiro, os banqueiros e outros. E como as populações pagam tudo isso. Fica claro como surgiu a crise de 2008, paga pelos estados com os nossos impostos. E que hoje, novamente os mesmos peritos na fraude, com o apoio dos diversos estados, nos saqueiam quanto podem para socorrer os bancos e congéneres.
 
Queremos debater tudo isto, perceber as causas e descobrir caminhos novos para saídas reais. Sem promessas políticas ou de outra ordem.




20 de Outubro                                                                  
Quinta-feira 21h30 

Ciclo de Cinema "Kusturica, as primeiras obras" :
"O Pai foi em viagem de negócios"

"Otac na Sluzbenom Putu" 1985 - 129min
(Palma de Ouro Cannes 1985) 


Nasci num país onde a esperança, o riso e a alegria de viver são mais fortes que noutro sítio qualquer. O mal também. Ou se é criminoso ou vítima.
                                                                                                                     -Emir Kusturica


Sinopse:
Exuberante e comovente retrato da Jugoslávia na década de 50 vista pelos olhos do pequeno Malik, o filme tem lugar durante o período do Informbiro, quando a Jugoslávia corta relações com a União Soviética. Nesta época, ao mesmo tempo que o país tenta resistir às pressões de Estaline, muitas pessoas são deportadas pela polícia política na sequência de protestos contra o governo. Só que o pai de Malik é preso por motivos menos nobres: a descoberta do seu romance com a mulher de um funcionário do Partido. Acreditando que o pai está em viagem de negócios, Malik terá que enfrentar, sem ele, várias atribulações.



21 de Outubro                                                                               
Sexta-feira 21h30

Palestra seguida de debate "António Sérgio e António Oliveira Salazar semelhanças e diferenças" por Tiago Apolinário Baltazar
 

27 de Outubro                                                                            Quinta-feira 21h30
Ciclo de Cinema "Kusturica, as primeiras obras" :
"O Tempo dos Ciganos"
"Dom za vesanje"  1989-142min 
(Palma de Melhor Realizador para Emir Kusturica,  Cannes 1989)

Sinopse:

Um pertinente olhar pela cultura e tradição cigana, em que Kusturica aproveita para abordar questões sempre importantes, como as crises da adolescência e a sua passagem para o mundo dos adultos, com a natural destruição dos sonhos de criança. Com este filme, que tem a particularidade de ser o primeiro a ser integralmente falado na língua cigana.






28 de Outubro                                                                            Sexta-feira 21h30
"À Conversa com a Música de Intervenção"

Francisco Fanhais e João da Ilha tocam as suas músicas e falam-nos sobre as estórias e histórias das suas canções.








Rentrée da Academia Problemática e Obscura!

2 de Setembro
Sexta-feira 20h 

Jantar Cultural, conversa e debate com Fernando Dacosta
"Crise, Revoluções e o novo mundo que aí vem..."


9 de Setembro
Sexta-feira 21h30 

Cinema com Causas!
Ainda sobre os 140 anos da Comuna de Paris.
Será projectada a versão reduzida (aprox. 2h) do filme La Commune (Paris, 1871), de Peter Watkins, é um filme-laboratório com mais de 200 actores (a maioria não-profissionais). La Commune explora os acontecimentos históricos da Primavera de 1871 em Paris, não numa perspectiva comemorativa, mas sim para levantar questões acerca do tempo presente, com particular incidência no papel dos mass media na nossa sociedade.






16 de Setembro
Sexta-feira 20h 


Jantar Cultural, conversa e debate com Vitor Ramalho
"Crise, Revoluções e o novo mundo que aí vem..."



23 de Setembro
Sexta-feira 21h 


Masterclass de jazz, bateria e percussão
por Filipe Oliveira







30 de Setembro
Sexta-feira 21h 
Conversas de arqueologia
com Joaquina Soares e Carlos Tavares da Silva 

4º Aniversário da Prima Folia


3 de Agosto                                                                                 

Quarta-feira às 21h30 

 
Contos urbanos e suburbanos, a partir de Historietas Psicotrópicas de João Escoto, pelo actor Rui Sousa.



4 de Agosto                                                                           
Quinta-feira às 21h30 

António Galrinho apresenta Guernica, de Pablo Picasso, seguido de A Multiculturalidade na Arte Contemporânea



5 de Agosto                                                                        
Sexta-feira às 21h30 

Alexandra Boga, canta-autora, vem fazer a apresentação ao vivo do seu mais recente trabalho musical, lançado em Novembro passado, intitulado “Azul Atlântico”.



6 de Agosto                                                                    
Sábado às 20h


Jantar do IV aniversário da Prima Folia – Cooperativa Cultural, seguido da apresentação de O SUL – versão digital.
 

A identidade setubalense sem tabus!

15 de Julho
Sexta-feira 19h
 
"A história é o mais perigoso produto jamais preparado pela química do intelecto. Provoca sonhos, inebria as nações, sobrecarrega-as com falsas reminiscências.", gritou Paul Valéry. 
Neste último “City Break”, a Academia Problemática e Obscura propõe uma visita à arqueologia, identidade e cultura periférica. Como interpretar a identidade setubalense?
Este percurso repleto de signos e símbolos será realizado por José Luís Neto, que não fugirá à controvérsia.

Ponto de encontro
15 de Julho, às 19h, na Biblioteca Pública Municipal de Setúbal

Contactos: 
primafolia@gmail.com / 96 368 37 91

Visita + Jantar - 15 €
Visita - 5€ / Jantar - 10 € (8€ Folia Divina)

A Comuna de Paris

8 de Junho, às 20.00h
Ciclo dedicado aos 140 anos da Comuna de Paris
palestra  de Álvaro Arranja 
n'Academia Problemática e Obscura




A Comuna de Paris foi o primeiro governo operário da história, fundado em 1871 na capital francesa por ocasião da resistência popular ante à invasão alemã. A história moderna regista algumas experiências de regimes comunais, impostos como afirmação revolucionária da autonomia da cidade. A mais importante delas – a Comuna de Paris – veio da insurreição popular de 18 de Março de 1871. 
Durante a guerra franco-prussiana, as províncias francesas elegeram para a Assembleia Nacional uma maioria de deputados monarquistas francamente favorável à capitulação ante a Prússia. A população de Paris, no entanto, opunha-se a essa política. Thiers, elevado à chefia do Gabinete conservador, tentou esmagar os insurrectos. Estes, porém, com o apoio da Guarda Nacional, derrotaram as forças legalistas, obrigando os membros do governo a abandonar precipitadamente a capital francesa, onde o comité central da Guarda Nacional passou a exercer sua autoridade. A Comuna de Paris – considerada a primeira República Proletária da história – adoptou uma política de carácter socialista, baseada nos princípios da Primeira Internacional. O poder comunal manteve-se durante cerca de 40 dias. 
O seu fim revestiu-se de extrema crueldade. De acordo com a Barsa mais de 20.000 communards foram executados pelas forças de Thiers. O governo durou oficialmente de 26 de Março a 28 de Maio, enfrentando não só o invasor alemão como também as tropas francesas, pois a Comuna era um movimento de revolta ante o armistício assinado pelo governo nacional (transferido para Versalhes) após a derrota na Guerra Franco-Prussiana. Os alemães tiveram ainda que libertar militares franceses feitos prisioneiros de guerra, para auxiliar na tomada de Paris.

Jantar - 10 folios (folia Divina 8 folios) 
969791335

Programação de Julho

Esta Sexta-feira dia 6 na APO

Dia 6 de Maio
Sexta-feira às 20h


Jantar Cultural seguido de debate sobre o tema a Arquitectura do Sagrado
 com Arq. Paulo Pisco
&
Inauguração da Exposição de pintura 
de Maria de Deus
 
«O desafio de projectar um espaço sagrado é intemporal. Não é hoje diferente de ontem como não será, com certeza, amanhã. Intemporal é também a necessidade do encontro humano com o divino, do Homem com Deus. Encontro esse que necessita de tempo e de espaço. Erigir uma Igreja é essa ambiciosa tentativa de criar um espaço atemporal num tempo que se torna espacial. Mas a ecclesia é a Comunidade reunida com Deus e o espaço construído encerra, em si, a vontade de representar a sua relação com o sagrado.»

Paulo Pisco a propósito da Nova Igreja do Faralhão em Setúbal