Mostrar mensagens com a etiqueta Cultura. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cultura. Mostrar todas as mensagens

Vá ao Teatro pela sua Saúde!

"O Cerco de Leninegrado"

 

Sabias que o Teatro é uma arma?
Em cena "só" mais esta semana.
De 5ª a Domingo.
Vão ao Teatro pela vossa saúde!

"A cultura, sob todas as formas de arte, de amor e de pensamento, através dos séculos, capacitou o homem a ser menos escravizado". André Malraux

Últimas representações | De 24 a 27 de Maio (quinta a sábado ás 21h30 domingo ás 16h30) | Espaço Fontenova | Rua Dr. Sousa Gomes nº11 (Qtª Alves da Silva) Setúbal
Reservas: 265 233 299 | 967 330 188
 Bilhetes: 7€
Descontos: 5€ (desconto para estudantes, menores de 25, maiores de 65 e profissionais do espectáculo
Reservas: 967 330 188 | 265 233 299 | tef@sapo.pt|
Lotação limitada| Aconselhamos a fazer sua reserva.

Espectáculo para maiores 12 anos
Duração aproximada 1h45 minutos

Sinopse
Este espectáculo é uma criação baseada no olhar, na acção e nas memórias de duas mulheres que vivem encerradas num velho teatro, lutando e nunca se rendendo, contra a sua demolição anunciada. “Teatro” como metáfora para tudo o que se desmorona e que tem o fim anunciado por imposições tecnocratas e economicistas.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA:
Texto: José Sanches Sinisterra | Encenação, Dramaturgia e Desenho de Luz: José Maria Dias | Interpretação: Graziela Dias e Sara Costa | Banda Sonora: Hugo Moreira | Design Gráfico: Maria Ramos | Fotografia: Pedro Soares | Direcção de Produção: Graziela Dias | Montagem e Assistência Técnica: Júlio Mendão

Para começar o ano em força!

7 de Janeiro
Sábado 21h
N'Academia Problemática e Obscura


Convocamos tod@s @s Folia Divina e amig@s da Cooperativa para:

1 - Inauguração da exposição colectiva "Retalhos Espontaneístas",  produzida pelo Passo do Olival;

2 - Celebração do 2.º aniversário de O SUL - Jornal Cultural e de Debates, temos novidades!;

3 - Apresentação da revista CONFRARIA - Humanidades.







 A crise é de ideias, 
a crise não passará por aqui!

17 e 18 de Novembro - Cinema e Debate

17 de Novembro                                                 


Quinta-feira 21h30
Ciclo de Cinema "Viagem na História da República Checa"

“Kolya” 
(Kolja, Realizador: Zdeněk Svěrák, 1996)

O segundo vencedor desta lista de um Oscar para melhor filme estrangeiro traz-nos uma história mais leve, a relação entre uma criança Russa de cinco anos que dá vida à personagem principal, Kolya (Andrej Kalimon) e Franta Louka (Zdenek Sverák), um violoncelista demitido da Orquestra Filarmónica Checa que se dedica a tocar em funerais. Em troca de algum dinheiro Franta aceita um casamento arranjado com uma Russa. No entanto, pouco tempo após ela partir para a Alemanha Ocidental Franta ver-se-á a braços com o filho da sua dita “mulher”. Apesar dos problemas linguísticos entre os dois e da vida de Franta pouco dada à parentalidade a relação cresce. Como pano de fundo vemos as sombras de um regime prestes a mudar, onde um conformismo há muito parece ter-se instalado. Ignorar a realidade refugiando-se no campo ou tentando mostrar resistência em pequenos actos como não pendurar uma bandeira Soviética na janela parecem ser soluções para uma colaboração menos visível. Apesar de críticos como Andrew Horton de Kinoeye terem denunciado a vertente de “conto de fadas” do filme e o seu carácter nostálgico perante um regime que foi também ele brutal, a verdade é que “Kolya” retrata a vida de pessoas comuns que ironicamente se confrontam com o próprio inimigo numa versão infantil. O filme serve-nos também uma incrível banda sonora de música clássica, contendo nomes como Antonín Dvořak, Bedřich Smetana ou Felix Mendelssohn-Bartholdy.





18 de Novembro                                                                                                                                              

Sexta-feira às 21h30

“Para que serviram os Governos Civis?”, 

palestra de Manuel Macaísta Malheiros.
Manuel Luís Macaísta Malheiros assumiu o cargo de Governador Civil do Distrito de Setúbal, no período entre dia 27 de Novembro de 2009 e 30 de Junho de 2011. Nasceu a 27 de Agosto de 1940, em Alcácer do Sal, Distrito de Setúbal. Terminou a licenciatura na Faculdade de Direito de Lisboa em 1962 e, em 1963, foi admitido como Marketing Trainee da Fima-Lever (Filial da Unilever em Portugal). De 1963 a 1974 foi advogado em Lisboa, tendo cumprido, entre 1966 e 1968, uma comissão de serviço militar por imposição, na Guiné-Bissau. Em 1973, fez o exame de aptidão para Revisor Oficial de Contas, tendo sido inscrito na respectiva Ordem. A inscrição está, actualmente, suspensa. Um ano mais tarde, foi aprovado em concurso de provas públicas para Juiz de Direito. Depois da Revolução de Abril, exerceu vários cargos públicos tendo sido Ministro do Comércio Interno no V Governo Provisório. Além das funções judiciais em Portugal, que iniciou em 1976, desempenhou, também, funções nas instituições europeias, após ter sido aprovado nos respectivos concursos. Em 1986, foi nomeado Chefe de Divisão da Tradução Portuguesa do Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias. Foi assistente da Faculdade de Direito de Lisboa e, de 1987 a 2000, encarregado do Curso de “Introdução ao Direito Português” no Europa Institut da Universidade do Sarre – Alemanha. Entre 1991 e 2001, foi Presidente da Comissão Paritária do Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias; Presidente do Conselho de Redacção da Revista Terminologie et Traduction; membro da Comissão Paritária Comum às Instituições, da qual, entre 1998 e 2000, foi Presidente nomeado pelo Tribunal de Justiça. É membro de diversas associações, sendo fundador da Deutsch-Lusitanische Juristen Vereinigung e.V. – Heidelberg, da qual é co-presidente desde 1999. É Presidente da Assembleia Geral da Casa do Alentejo, em Lisboa. Pertence aos órgãos sociais da Liga Portuguesa dos Direitos do Homem – Civitas. Autor de diversas publicações na área do Direito, Manuel Macaísta Malheiros foi agraciado com as distinções honoríficas de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, de Commandeur de l’Ordre de Mérite (Luxemburgo) e de Director Honorário do Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias. Desempenhou funções no Tribunal Central Administrativo Sul como Juiz Desembargador.

A Começar Novembro...

3 de Novembro                                                                   
Quinta-feira 21h30 

Ciclo de Cinema "Viagem na História da República Checa"


Formando parte do coração da Europa, a presença do cinema Checo é quase inexistente em Portugal. No entanto, não só é a Escola de Cinema de Praga (conhecida como FAMU) uma das mais importantes da Europa, como também a sua indústria conta com anos de produção de qualidade. Num país com praticamente a mesma população de Portugal produzem-se à volta de vinte filmes por ano contando com uma presença evidente do público Checo nas salas de cinema. Com esta sessão esperamos dar a conhecer não só as características fundamentais do cinema Checo em todos os seus traços típicos e reconhecíveis, mas também uma viagem pela história da República Checa começando na Segunda Guerra Mundial e terminando com a entrada do país na União Europeia em 2004. 
Patrícia Paixão 



“Shop on Mainstreet – A Pequena Loja na Rua Principal” 
(Obchod na korze, Realizadores: Ján Kadár e Elmar Klos, 1965)

Sendo um dos filmes premiados deste conjunto (vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1967 e com uma nomeação para melhor actriz em 1967), representa também um clássico Checoslovaco. Embora o filme traga algumas polémica relativamente a que nação “mais” pertence (se à República Checa ou se à Eslováquia), a verdade é que este espelha a realidade não só de dois países mas da área que ocupa a Europa Central durante a Segunda Guerra Mundial. “A Pequena Loja na Rua Principal” conta-nos a história de Tono Brtko (Jozef Kroner), um homem de poucas ambições a quem lhe é oferecido a proposta, pelo seu cunhado, de “arianizar” a loja da senhora Lautmanová (Ida Kamińska), uma Judia idosa que vive sem medo do futuro incerto e com confiança no seu negócio. O filme lida com a incerteza de Tono, por um lado em tomar o partido da ideologia Nazi e ir de acordo com as espectativas da sua mulher e do seu cunhado, por outro, em aproveitar-se de uma idosa e do seu negócio para o seu proveito e segurança futura. No entanto, o cenário começa a mudar quando Tono descobre que o negócio não é tão lucrativo como pensa e quando uma relação se desenvolve entre os dois. O filme abre portas aos temas que se tornarão lugares comuns no cinema Checo, o anti-herói, um conflito existencial e a dualidade entre os pequenos dramas como metáforas para tragédias maiores.




4 de Novembro                                                                   
Sexta-feira 21h30


Jantar Cultural e Debate sob o Tema,
"O Círculo Cultural de Setúbal - 
História e Identidade da Cultura setubalense",
com José Maria Dias (Teatro Estúdio Fontenova) 
e José Luís Neto (Prima Folia)
Academia Problemática e Obscura - Rua Fran Pacheco n.º 178
Marcações para jantar - 96 368 37 91/96 97 91 335 - 
10 Folios/8 Folia Divina

Esta semana n'Academia Problemática e Obscura - Cinema e Música

27 de Outubro                                                                                                        Quinta-feira 21h30
Ciclo de Cinema "Kusturica, as primeiras obras" :
"O Tempo dos Ciganos"
"Dom za vesanje"  1989-142min 
(Palma de Melhor Realizador para Emir Kusturica,  Cannes 1989)

Sinopse:

Um pertinente olhar pela cultura e tradição cigana, em que Kusturica aproveita para abordar questões sempre importantes, como as crises da adolescência e a sua passagem para o mundo dos adultos, com a natural destruição dos sonhos de criança. Com este filme, que tem a particularidade de ser o primeiro a ser integralmente falado na língua cigana.


28 de Outubro                                                                                                     
 Sexta-feira 20h30
"À Conversa com a Música de Intervenção"

Francisco Fanhais e João da Ilha tocam as suas músicas e falam-nos sobre as estórias e histórias das suas canções.

Reservas p\ jantar: 96 368 37 91 / 96 97 91 335 / 91 765 01 77 / 93 481 55 95


Jantar-tertúlia sobre e com a Música de Intervenção com Francisco Fanhais e João da Ilha, dois compositores, de duas gerações, em confronto num país desnorteado...


Francisco Fanhais (Praia do Ribatejo, 17 de Maio de 1941), sacerdote e cantor português. Intérprete da música portuguesa de intervenção, Francisco Fanhais entrou para o seminário com dez anos e foi ordenado padre aos vinte e três. Através da música tornou-se expoente máximo dos católicos progressistas que, desde a célebre carta de D. António Ferreira Gomes, bispo do Porto, a Salazar, em 1958, se demarcavam progressivamente da ditadura. Emergiu na ribalta da música portuguesa após a participação no célebre programa de televisão Zip-Zip. Ainda em 1969 lança Cantilenas, o seu disco de estreia. Aparece na capa do primeiro numero da revista Mundo da Canção, editada em 19 de Dezembro de 1969. O seu álbum Canções da Cidade Nova é editado em 1970. A partir de poemas de Sophia de Mello Breyner, musicou Cantanta da Paz e Porque. Impedido de cantar, de exercer o sacerdócio e de leccionar nas escolas oficiais, emigra para França em 1971. Entretanto torna-se militante da LUAR, de Emídio Guerreiro. Regressa a Portugal após o 25 de Abril de 1974 e colabora nas campanhas de dinamização cultural do Movimento das Forças Armadas. Em 1975 é um dos participantes no disco República de José Afonso, gravado ao vivo em Itália. No disco Ao Vivo no Coliseu de José Afonso, aparece a fazer coros na canção Natal dos Simples. Em 1993 junta-se a Manuel e Pedro Barroso para apresentarem o espectáculo Encontro. Em 1995 recebeu a Ordem da Liberdade, por ocasião das comemorações do Dia de Portugal. A editora Strauss reeditou, em 1998, o disco Canções da Cidade Nova com o novo título de Dedicatória. A servir de capa foi colocado o manuscrito da dedicatória de José Afonso que aparecia na contracapa da edição original.
Discografia: Cantilenas (1969), Canções da Cidade Nova (1970), Corpo Renascido/Canção da Cidade Nova/Porque Descalça vai para a Fonte (EP, Zip-Zip), Dedicatória (Strauss, 1998) e Cantilena (EP, Orfeu) Cantilena/Juventude/Areia da Praia/Canção do Vento – Orfeu ATEP6325.

João Pedro Leonardo, ou João da Ilha, estará no cruzamento entre os sons do universo de inspiração Açoriano e as sonoridades recorrentes da Viagem por outras paragens do Mundo, está o lugar do João da Ilha… Tal como um Porto Insular, Infindável albergue de Canções, Poesias, Histórias, e Vidas do Incógnito Horizonte!

4º Aniversário da Prima Folia


3 de Agosto                                                                                 

Quarta-feira às 21h30 

 
Contos urbanos e suburbanos, a partir de Historietas Psicotrópicas de João Escoto, pelo actor Rui Sousa.



4 de Agosto                                                                           
Quinta-feira às 21h30 

António Galrinho apresenta Guernica, de Pablo Picasso, seguido de A Multiculturalidade na Arte Contemporânea



5 de Agosto                                                                        
Sexta-feira às 21h30 

Alexandra Boga, canta-autora, vem fazer a apresentação ao vivo do seu mais recente trabalho musical, lançado em Novembro passado, intitulado “Azul Atlântico”.



6 de Agosto                                                                    
Sábado às 20h


Jantar do IV aniversário da Prima Folia – Cooperativa Cultural, seguido da apresentação de O SUL – versão digital.
 

A identidade setubalense sem tabus!

15 de Julho
Sexta-feira 19h
 
"A história é o mais perigoso produto jamais preparado pela química do intelecto. Provoca sonhos, inebria as nações, sobrecarrega-as com falsas reminiscências.", gritou Paul Valéry. 
Neste último “City Break”, a Academia Problemática e Obscura propõe uma visita à arqueologia, identidade e cultura periférica. Como interpretar a identidade setubalense?
Este percurso repleto de signos e símbolos será realizado por José Luís Neto, que não fugirá à controvérsia.

Ponto de encontro
15 de Julho, às 19h, na Biblioteca Pública Municipal de Setúbal

Contactos: 
primafolia@gmail.com / 96 368 37 91

Visita + Jantar - 15 €
Visita - 5€ / Jantar - 10 € (8€ Folia Divina)

Programação de Abril...

Dia 15 de Abril
Sexta-feira às 19h
(junto à Biblioteca Municipal para iniciar a visita)

Comemora-se proximamente o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, mas tal não nos interessa de todo.
O património, cimento da identidade e do conhecimento sobre nós mesmos, deve ser praticado. Por isso, a Prima Folia desenvolverá, ao longo dos próximos meses, várias visitas numa verdadeira revolução face às políticas e práticas museológicas tíbias que têm sido apanágio. Acreditamos que o turismo cultural não deve ser um entretenimento pobre apenas destinado às crianças e à terceira idade, mas pode e deve ser um exercício de aventura, fascínio e descoberta extensível a tod@s, filiado ao enriquecimento pessoal através da discussão e tertúlia, do risco e da fronteira, marcos genéticos desta cooperativa.

Estamos próximos da celebração da Páscoa. O que é a Páscoa?
É essa a nossa proposta para debate, através das práticas da Semana Santa que existiam em Setúbal faz trezentos anos. Sabiam que existiam procissões a preencherem essa semana como hoje existem em Sevilha? E que a sua espectacularidade em nada devia às actuais procissões de Braga? Propomos esclarecer este tema numa visita pedestre com a duração de hora e meia, seguida de jantar e debate. O
ponto de encontro é em frente à Biblioteca de Setúbal, no dia 15 de Abril, às 19.00h, hora em que se iniciava a extinta procissão do Senhor dos Passos. Vamos refazer o seu percurso e recriar o que então se passava.

Note-se que é preciso marcação prévia, pois temos de saber anteriormente o número de comensais.


Inscrevam-se.
primafolia@gmail.com
96 388 31 43


Dia 8 de Abril
Sexta-feira às 21h 30

O Cão Amarelo Mostra de Cinema Alternativo do Pinhal Novo vem apresentar uma retrospectiva da Mostra que já leva três edições, desta vez em Setúbal.
Serão várias curtas metragens escolhidas por Rui Sousa (membro do Cão Amarelo) para animar a sessão.